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Perda da GUARDA e Perda do PODER FAMILIAR (antigo PÁTRIO PODER)

Postado em Guarda e Visitas.

GUARDA não se confunde com PODER FAMILIAR. É importante saber que mudou-se a nomenclatura de ‘PÁTRIO PODER’ para ‘PODER FAMILIAR’ em 2.002, todavia permanecem os mesmos direitos e obrigações.

Apesar de aparentemente semelhantes  o Poder da Guarda com o Poder Familiar (Patrio Poder) , já que ambos se caracterizam pelo poder dos pais sobre os filhos, estes possuem reflexos muito diferentes.

Atualmente a lei brasileira atribui igualdade de direitos entre homens e mulheres, ou seja, igualdade de poderes entre o pai e a mãe. Assim, tanto o pai quanto a mãe têm IGUAIS PODERES perante seus filhos, devendo este ser compartilhado entre eles.

O Poder Familiar é o poder dos pais sobre os filhos, incluindo seus direitos e obrigações, mas, muito mais do que o poder e o interesse dos pais, o que o Estado protege é o interesse das crianças e adolescentes até atingirem a maioridade aos 18 anos. Isto porque que os menores são seres humanos ainda em formação, necessitando de amparo e lei protetiva.

Assim, o poder familiar, (pátrio poder) exercido, não pode violar os direitos humanos,  garantido pela Constituição Federal.

PERDA DO PODER FAMILIAR (PÁTRIO PODER):

A perda do poder familiar se dá por sentença judicial em razão de casos graves de violação dos direitos do ser humano, como por exemplo, castigos imoderados, abandono, prática de condutas imorais, maus tratos, maus costumes entre outros. O poder familiar (pátrio poder), portanto, pertence tanto ao pai quanto à mãe, que se submetem a um poder maior, que é o poder da Constituição Federal, que se refletem pelas garantias e direitos fundamentais de todo ser humano.

Compreendido o que é Poder Familiar (Pátrio Poder), nos resta entender o que é Guarda!

Sabendo assim que homens e mulheres, ou seja, pais e mães têm igualdade de direitos sobre os filhos, a quem pertence a guarda de um filho?

Mas afinal o que é GUARDA?

A guarda legal é um direito e um dever ao mesmo tempo. É o dever e o direito de representar uma pessoa menor de 18 anos, sendo direito do guardião tomar algumas decisões em nome do menor, representando-o.

Um exemplo é a escolha da escola que a criança estudará pois esta tarefa não é feita pela criança mas pelo guardião da criança. Se a guarda é exclusiva de um este poderá ter a palavra final. Se a guarda é compartilhada esta decisão e outras mais, deverá ser conjunta.

Porém ser o guardião também um dever, porque existe a obrigação do cuidado, do zelar, do proteger, como é o caso de levar para a escola,  acompanhar os rendimentos escolares, cuidar da saúde, educar, e tudo o que um pai e  uma mãe deve zelar em relação aos filhos.

Assim a guarda pertence tanto ao pai como a mãe, devendo ser compartilhada.

Mas e no caso de divórcio?

Considerando que a Guarda é a responsabilização imediata pelas decisões acerca da vida dos filhos, deveria ser discutida entre o casal, pois o interesse em questão é a qualidade de vida dos menores. Desta forma, os pais devem manter em mente que seus interesses não devem se sobrepor ao bem estar dos filhos menores.

O ideal para tanto, seria que pai e mãe divorciados compartilhassem e discutissem o bem estar dos filhos, definindo juntos a melhor escola, se farão aulas de reforço escolar, qual o melhor convenio médico, se o filho não estiver com boas notas escolares que medidas tomarão, e tudo o que concerne ao dia a dia e futuro da criança. Nestes casos em que há uma grande comunicação harmoniosa entre mãe e pai, então seria possível a aplicação do  regime de Guarda Compartilhada.

No entanto, muitos casais terminam o relacionamento por não conseguirem mais conviver, porém muitos não conseguem se quer dialogar. Neste caso, o juiz dificilmente autoriza um pedido de Guarda Compartilhada, sabendo que a guarda compartilhada exige a comunicação entre os pais. Caberá, neste outro caso, aos pais que a guarda exclusiva ou individual seja concedida a um dos genitores, e a outra parte não-guardiã ficará com o direito de visitas.

É importante saber que o pai não-guardião possui o direito de visitas dos filhos, e terá sempre a responsabilidade, – também como um direito dever – de zelar pelos filhos, verificando se o guardião está exercendo corretamente seu direito-dever de guardião dos filhos.

É POSSÍVEL PERDER A GUARDA MAS MANTER O PODER FAMILIAR (PÁTRIO PODER):

O não-guardião continua a ser pai ou mãe da criança, o que significa dizer que apesar de não ter a palavra final em algumas escolhas diretas e imediatas da vida pessoal dos filhos, terá sempre o Direto e Dever de zelar pelo cuidado dos filhos, bem como de cumprir seu Direito de Visita, entre outros.

Desta maneira, no caso de o não-guardião discordar com razoabilidade de alguma decisão do guardião, poderá ingressar com processo judicial requerendo ao juiz que impeça o feito, desde que justificado. Seria o caso, por exemplo, de o guardião mudar o filho de uma escola particular período integral, para uma escola pública de meio período, sem uma justificativa plausível. Neste caso será um dever-direito do não guardião informar o poder judiciário sobre a omissão de cuidados por parte do guardião, podendo inclusive requerer a mudança de guarda, ou a guarda compartilhada ou, ainda, apenas acertar uma questão específica. Isto significa que o não guardião tem o poder familiar, apesar de não ter a guarda.

PERDA DA GUARDA: A chamada “perda da Guarda”, portanto, não é a perda total do direitos e deveres sobre os filhos menores. Esta perda pode acontecer no caso da Guarda ser Compartilhada, e um dos pais perder este direito por estar cumprindo seus dias de buscar os filhos na escola como acordado, por exemplo, mas isto não significa que perderá o poder familiar de zelar pelos cuidados do filho.

Neste caso quem perdeu a Guarda passará a ter o Direito a Visitas fixado, restando ainda diversos direitos e deveres sobre os filhos. No caso da guarda exclusiva a “perda da Guarda” pode acontecer quando só um dos pais tinha a Guarda Exclusiva do filho, e o outro requer esta Guarda Exclusiva para si, justificadamente através de processo no Poder Judiciário. Assim, o antigo Guardião passará agora a ter somente o Direito as Visitas, invertendo-se os papéis entre os pais.

Mas o que pode causar a perda da Guarda?

INÚMERAS são as causas, e a Perda da Guarda pode também ser acompanhada da Perda do Poder Familiar (Pátrio Poder) ou não. Só será acompanhada da Perda do Poder Familiar (Pátrio Poder) em casos mais graves, explicados no início deste artigo. Com isto, a Perda da Guarda não resulta necessariamente em proibição de visitar a criança, pois cada caso é um caso, devendo ser analisada a particularidade de cada situação. Alguns requisitos são subjetivos.

UM CASO REAL DE PERDA DE GUARDA.

Um casal divorciou-se e a mãe ficou com a Guarda do único filho. A criança permaneceu na escola particular que sempre frequentou, já que o valor pago pelo pai, a titulo de pensão alimentícia, era suficiente para arcar com esta despesa, e outras necessárias ao filho. No entanto, o pai que exercia seu Direito de Visitas rotineiramente, descobriu que a mãe havia transferido a criança da escola particular para escola pública, no intuito de utilizar o dinheiro dos alimentos para outros fins injustificadamente. Assim, verificando-se pelo não-guardião que o melhor interesse do menor não estava sendo cumprido, o pai ingressou com uma ação em juízo pedindo a guarda do filho, provando que pagava um alto valor de pensão suficiente para que a mãe custeasse todas as despesas do menor, inclusive sua escola particular, não havendo razão justificada em transferir a criança para um colégio público. Como restou provado judicialmente que a mãe sobrepôs seus interesses aos interesses do filho, desviando o uso adequado da pensão, perdeu a Guarda do único filho para o pai, restando a ela, em dias e horários estabelecidos, o Direito de Visitar o filho, pois apesar de ter perdido a Guarda do Filho, não perdeu o poder familiar (pátrio poder).


VOCÊ CONCORDA COM A PERDA DA GUARDA DA MÃE NESTE CASO?

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Comentários
enviados

  1. Berg disse:
    23.05.2011

    Não. Somente se a integridade dos filhos estiver sob risco.

  2. Cybelle disse:
    25.05.2011

    Boa tarde!!!
    Concordo e muito.
    Tenho um enteado de 7 anos ao qual temos o direito de visita a cada 15 dias que vive sofrendo agressões piscológicas pelas atitudes de sua genitora que sempre age de acorodo com seus interesses, sem pensar no bem estar da criança.
    Estamos com o pedido de guarda em andamento, dentre as razões está o fato de a mãe do menor ter tirado o mesmo da escola sem qualquer justificativa, afastando o mesmo do convivio com outras crianças e o direito ao aprendizado.
    Gostaria de saber se esse é um argumento relevante para conseguirmos a guarda do menino.
    Grata.

    • fernanda disse:
      25.05.2011

      Boa tarde Cybelle,

      A guarda, como melhor explicada no artigo, visa o bem estar da criança sobre os interesses dos pais.
      Desta forma, caso o guardião (quem possui a guarda) não demonstre os devidos cuidados, quem está requerendo a guarda deverá argumentar e provar isto, ou caso não seja possível fazer prova, deverá mostrar vários indícios. Podendo também ser utilizada uma declaração de próprio punho dos filhos, caso a criança já possua idade de plena comunicação. Lembrando sempre que esta é uma prova relativa, pois as crianças e adolescentes, por ainda estarem em formação, podem ser manipuladas pelos pais. É por isto que no judiciário haverá entrevista da criança por psicólogos judiciais.

      Assim, requerendo a mudança da guarda, o juiz vai analisar a soma de todos os argumentos, indícios e provas para posteriormente decidir. E para isto certamente o juiz levará em conta o que mudou nos cuidados com a criança:
      a educação (escola e atividades extras);
      saúde (plano de saude, vacinação, dentistas);
      roupas/calçados, lazer e tudo o que compõe o antigo padrão de vida e de cuidados que a criança possuia antes de o casal se divorciar.

      Agradecemos os comentários!

  3. ROGERIO GOES disse:
    31.05.2011

    EXCELENTE MATERIAL !!!

  4. JÉSSICA TRIBST disse:
    31.05.2011

    De ótima qualidade! Muito interessante.

  5. Laura Rodrigues disse:
    31.05.2011

    Concordo sim.
    Infelizmente em alguns casos, principalmente naqueles em que o pedido de divórcio parte do marido/companheiro, a mulher para se vingar do outro, acaba usando a “arma” que tem, no caso o(s) filho(s). No caso ilustrado, infelizmente a mãe não pensou no bem estar do seu próprio filho, preferiu trocar a criança de escola para aproveitar o dinheiro. É uma pena que muitos pensem dessa forma, pois o bem maior é a criança, é o bem estar do menor , que já sofre com a separação dos pais e depois com a briga que se instala muitas vezes entre os ex companheiros. Seria razoável pensar em não agredir o outro em prol do bem estar fisico-psicológico dos próprios filhos. Sei de um caso que a criança desenvolveu a Síndrome da Alienação Parental. Só para ilustrar, nos casos mais frequentes desta Síndrome estão associados a situações de ruptura da vida conjugal onde gera em um dos pais uma tendência vingativa muito grande, desencadeando um processo de destruição, vingança, desmoralização em relação ao outro. Nesse processo o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.

  6. Giancarlo Valenti disse:
    03.06.2011

    Bastante completo e fácil de entender. Muito bom!

  7. Ana Paula disse:
    19.06.2011

    Olá, gostaria de esclarecer algumas duvidas, Tenho dois filhos um do primeiro casamento e outro deste casamento, o meu filho do primeiro casamento o pai dele não aparece mais para ve-lo e muito menos para dar a pensão ha 3 anos e também nunca fui a justiça para ele ter este direito sei que é direito dele mas prefiro não me incomodar pois ele é metido com drogas e em duas vezes que ele levou o menino para passar o dia com ele o guri chegou em casa com 40 graus de febre por ser mal cuidado por isso não deixei mais ele levar o menino para passar o dia com ele e então ele sumiu e como ja disse isso faz 3 anos, o meu filho tem 6 anos. Mas o meu problema não é este o meu outro filho é tem 1 anos e 3 meses e o meu casamento esta muito tumultuado então penso em me separar mas tenho medo de que eu possa perder a guarda do meu segundo filho pois o pai dele me fala que se separarmos ele vai entrar na justiça para me tirar a guarda dele, então gostaria de saber se isso é possivel, pois não estou trabalhando por que meu marido optou por mim ficar em casa cuidando das crianças até o menor completar a idade de se defender e ficar na creche. Tenho um terreno em meu nome mas não tenho casa em cima, então quero saber se posso perder a guarda dele? o que faz uma mãe perder a guarda do seu filho?

    • Fernanda disse:
      21.06.2011

      Olá Ana Paula!
      A guarda e a visita não interferem na ação de alimentos. A ação de alimentos pode ser imposta a qualquer momento pois o direito dos filhos à pensão alimentícia é certo e pode ser solicitado até os 18 anos de idade. Assim, sempre é possível ingressar com uma nova ação de pensão alimentícia para ajudar nas despesas do filho. Quando quem tem que pagar pensão é registrado fica mais fácil esta questão pois o juiz determina que a empresa desconte diretamente da folha de pagamento e deposite na conta do filho.
      Já a guarda é atribuída ao pai ou a mãe, ou ainda a guarda pode ser compartilhada entre eles. O juiz determina que a guarda caberá àquele que tiver melhores condições de cuidar da criança, e por melhores condições de cuidar se entende que é o cuidado e o zelo com o filho na saúde, na alimentação, na estrutura psicológica, no amor. A condição financeira de um pai ou de outro não é o que define com quem ficará a criança pois a questão financeira deverá ser resolvida pela ação de pensão de alimentos. A questão do cuidar do filho é que é estabelecida na guarda e envolve muitos cuidados não materiais. Um lar estruturado é o que o juiz busca para determinar com quem a criança ficará, e o outro terá o direito de visitas ao filho.
      Maus tratos, brigas exageradas, descaso entre outras atitudes que demonstram o desamor da mãe ou do pai é que são os responsáveis para a perda da guarda. Quando a mãe (ou o pai) deixou de trabalha fora de casa justamente para cuidar dos filhos, e portanto está atualmente sem renda, na maioria dos casos o juiz determina que ela fique com a guarda, possibilitando que ela continue a cuidar dos filhos e se necessário, receberá uma pensão para custear suas despesas e do filho.
      Ana Paula, independente de você decidir divorciar-se ou não, é sempre importante consultar um advogado especializado para que ele analise o seu caso e te oriente em como proceder, caso você resolva se divorciar, para garantir a preservação de seus direitos.
      Espero termos ajudado!

      Você encontrará mais respostas no texto: http://www.advocaciatribst.com.br/2011/04/24/guarda-e-visita-dos-filhos-perguntas-e-respostas/

      Obrigada por seus comentários!

  8. Soraia disse:
    01.07.2011

    Sim pois a obrigação dessa mãe no caso era com a PA custear todas as despesas do filho. E existe ainda outros casos que pelo meu entender
    também pode-se perder a guarda dos filho: A mãe que não trabalha e nao leva
    seus filhos menores ao colégio e fica em casa , com isso ela está colocando
    a vida deles em rísco devido a vários tipos de ríscos que as crianças estão sen-
    do colocadas.
    Ríscos : sequestros, atropelamentos , crianças sendo aliciadas etc

    • Advocacia Tribst disse:
      02.07.2011

      Olá Soraia, Obrigada pelo seu comentário!

  9. Soraia disse:
    01.07.2011

    Gostaria de saber se no caso de a mãe não acompanhar os menores a escola sendo ele um de 11 outro de 9 isso pode vir a acarretar a perda da guarda dos
    menores? Em tempo que a mesma não trabalha fora? E tem a guarda dos meus enteados? Pois eles atravessam rua muito movimentada por veículos, e passam por locais desertos para irem ao colégio. O que se pode fazer nesse caso para ser solicitado a guarda definitiva pelo pai das crianças?

    • Advocacia Tribst disse:
      02.07.2011

      Soraia, nosso ordenamento jurídico diz que fica com a guarda o genitor que oferece as melhores condições para exercê-la. Nesse sentido, considera-se apto o genitor que melhor revelar condições para proporcionar aos filhos os seguintes fatores:
      1) Afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;
      2) Saúde e segurança;
      3) Educação.
      Veja, que segurança é um dos fatores, necessário comprovar que essa mãe não tem condições de criar seus filhos e proporcionar a eles o que a lei manda. Pode ser, que ela tenha um bom argumento para não acompanhar os filhos a escola, ou não… essa questão deve ser demonstrada e discutida em juízo. Para requerer a guarda definitiva, o pai precisa de um bom advogado de família, se enquadrar nos requisitos acima e comprovar que a mãe não se encaixa nesses requisitos, portanto não é o genitor com as melhores condições para criar os filhos. Esperamos te-la ajudado, até breve!

  10. raiana oliveirade disse:
    11.07.2011

    eu estou desesperada sai de pernambuco vim para sao paulo

    mora na casa da minha tia

    eu e o marido dele tivemos um caso

    mais agora que ela descubriu tudo ela que que eu va embora sem meu filho
    minha familia nao liga mais pra mim eu só tenho ele mais ele nao me quer mais o que eu fasso nao quero perde meu filho ele tem 3 meses me ajudem

    • Advocacia Tribst disse:
      12.07.2011

      Olá Raiana!

      Sua situação não é fácil, acredito que todos estejam contra você devido a essa traição, mas lembre-se… não traiu sozinha. O melhor que tem a fazer no momento é sair da casa de sua tia, pois o clima deve estar insustentável, esfriar a cabeça e racionalizar o problema, já que quando estamos sentimentalmente envolvidos em algo não conseguimos pensar friamente.

      Pergunto: Esse filho é do marido da sua tia? Seu receio é que ele tome a criança de você? Quais os motivos que ele teria para isso? Pense, se você é uma boa mãe, tem condições e quer oferecer a essa criança amor, carinho, educação, convívio familiar, saúde… lembre-se nenhum desses quesitos faz referencia a quantidade de dinheiro que a pessoa tem ou deixa de ter, mas ao seu equilíbrio emocional em querer e lutar para proporcionar a esse filho o melhor dentro de suas condições, assim, se você se enquadra nesses parâmetros dificilmente um juiz dará a guarda de seu filho a outro.

      Como pai ele tem a obrigação de ajudá-la financeiramente na criação desse filho, ou seja, ele deve pagar uma pensão alimentícia a criança. Não se sinta constrangida em exigir que ele pague essa pensão, pois o filho não é só seu.

      Procure um advocado especialista na área de direito de família e entre com uma ação de guarda cumulada com alimentos. Esperamos te-la tranquilizado, estamos a sua disposição no e-mail contato@advocaciatribst.com.br ou fone 3438-0909.

      Obrigada por visitar o nosso site, até breve!

  11. Nátia disse:
    20.07.2011

    Não concoredo com a perda da guarda, se o pai verificou que ela mudou o filho de escola para sobrar mais dinheiro deveria procurá-la e falar que se não voltasse atras pediria a guarda, na maioria das separações o valor da pensão paga não custeia um padrão de vida digno, a mãe na maioria das vezes não tem como suprir essa realidade e a justiça diz que ela tbm tem que ajudar, tem sim, mas o juiz deveria entender que numa separação dificilmente a mulher sai com vantagens financeiras, já que no Brasil a mulher está na maioria das vezes em desvantagem profissional e nas outras tarefas tbm. Até a mulher reconstruir a vida dela novamente é mais demorado. Claro que tem mães que realmente não zelam pelo bem estar dos filhos, mas a justiça deveria investigar mais, não aceitar somente o que tá escrito nos autos, num processo o advogado coloca o que ele acha melhor pra ajudar seu cliente mesmo que isto não seja uma realidade, isso tem que ser combatido!
    Brigas de ex casais atingem os filhos para sempre, disputas de atenções feitas por madrastas que querem manipular os enteados para falarem mal ou induzí-los a falarem coisas da mãe por exemplo são muito comuns…Iso já demosntra incapacidade de convivência e deveria ser analisado melhor.

    • Advocacia Tribst disse:
      22.07.2011

      Olá Natia!
      Concordamos com o seu posicionamento, afinal o poder judiciário foi criado para fazer justiça! Mas nem sempre é fácil alcançar a tão sonhada e almejada justiça, principalmente em relações familiares, onde envolve tantos sentimentos. O que devemos buscar é o equilíbrio entre as relações, onde homens e mulheres são iguais perante a lei, sujeitos de direitos e obrigações, sem qualquer distinção. Considerando que cada caso é um caso, esse deve ser analisado com total cautela e atenção. Obrigada pelo seu comentário!

  12. Vanderlei Bianchini disse:
    08.08.2011

    Sim, pois neste caso, já havia uma decisão judicial para ser cumprida por ambas as partes, a partir do momento que houve o descumprimento por parte daquele que detém o poder familiar, caberá ao outro o Direito de reivindicar a guarda para si. Senão vejamos: supomos que esse mesmo Pai, deixe de pagar o valor da pensão por um período superior à três meses e a mãe que conta com esse valor para suprir as necessidades da criança, o que ela faz com ele, dispensa o valor? penso que não, propõe uma ação de execução de alimentos e se não paga, ocorre a prisão civil. Pra Ele que deixou de pagar é justo a prisão, mas pra ela que desviava o dinheiro para outros fins, deixando de oferecer o melhor para a criança, devemos ponderar, penso que não nesse caso.
    Agora, esquecendo do caso, temos muito é de pensar no bem estar de crianças que os pais são separados, é pena mesmo que não há dialogo depois que acaba o amor , o relacionamento ou casamento, os maiores prejudicados sempre dessa história são os filhos, porque os adultos para se vingar USAM LITERALMENTE os próprios filhos, LAMENTÁVEL, e pior, é na maioria dos casos, principalmente quem detém a guarda deles, chegando ao ponto de lançar o próprio filho contra o su Pai.
    E o que muitas acaba ocorrendo, é uma simples relação comercial entre ambos, ou seja, enquanto você paga nada te acontece.

    • Advocacia Tribst disse:
      08.08.2011

      Olá Vanderlei!
      Agradecemos seu comentário e interpretação sobre o caso exposto, infelizmente em situações como essas os maiores prejudicados, como você bem disse, são os filhos, por isso lutamos por uma cultura de mediação e não mais de conflito, para que as partes reflitam sobre o problema e encontrem uma solução menos danosa a todos. Até breve!!!

  13. Maria disse:
    10.08.2011

    Estou preocupada e ainda desconheço meus direitos.

    (sou mãe) Gostaria de saber se é possível que eu consiga guarda exclusiva da minha filha, e se a guarda exclusiva pode proibir que o pai biológico veja ou saia com a criança?

    Minha filha tem 4 anos, morei junto com o pai dela em MG durante alguns anos e ele foi embora para Belém/PA quando ela tinha 2 anos. Mesmo quando viviamos sob mesmo teto ele nunca ajudou em nada, nem financeiramente nem quando precisava leva-la ao médico. Nunca pagou pensão.

    A alguns dias ele exigiu passar uma semana com ela lá em Belém, eu deixei, e quando ela já estava lá, ele ligou e ameaçou não devolve-la mais.

    De acordo com meus conhecimentos, ele representa riscos para a integridade física dela.

    Hoje vivo com outro homem que a trata tão bem qnto um pai amoroso, generoso, e carinhoso.

    Desde já agradeço pela atenção

    • Advocacia Tribst disse:
      12.08.2011

      Olá Maria!

      Sim, é perfeitamente possível conseguir a guarda exclusiva de um filho, principalmente quando o outro genitor oferece riscos a criança. Mas quando um tem a guarda o outro tem o direito de assistir essa guarda, ou seja, verificar se o guardião está oferecendo ao menor o que lhe cabe em termos de saúde, educação, convivência familiar. O genitor não guardião tem ainda a obrigação de contribuir com o desenvolvimento do filho através da pensão alimentícia e das visitas regulamentadas.
      Se o genitor não vem contribuindo com alimentos, você deve entrar com uma ação de alimentos e nessa mesma ação pedir a regulamentação das visitas. Agora se esse genitor pode trazer riscos a integridade do filho, essas visitas devem ser assistidas (o juiz nomeia um assistente social para acompanhá-lo na visitação, que se dará em local pré determinado, não podendo ele levar o menor para qualquer outro lugar), esse assistente pode ser também uma pessoa conhecida pelas partes ou mesmo a babá da criança.
      Agora, se o genitor não guardião retira a criança e ameaça não devolve-la, você deve URGENTE procurar um advogado para entrar com um pedido cautelar de Busca e Apreensão de Menor.
      Estamos a sua disposição através do fone: 3438-0909 e no e-mail contato@advocaciatribst.com.br
      Esperamos tê-la ajudado! Até logo!

  14. Maria disse:
    13.08.2011

    Esclareceu 100% das minhas dúvidas

    Ele mudou de ideia e acabou devolvendo a criança após alguns dias, porém ela retornou doente e abatida (e sem a bagagem).

    Vou reunir os documentos e seguir todas as suas dicas no próximo dia útil.

    Muito obrigada pela atenção.


    … e respondendo a pergunta desta pesquisa: concordo com a perda sim, desde que fique comprovado que ela utilizava a pensão em benefício próprio.

  15. Rafaela Barbosa Theodoro disse:
    14.08.2011

    Olá, tenho uma relação homoafetiva com uma uma mulher que tem um filho de 3 anos, a família dela descobriu recentemente nosso envolvimento e há ameaçam dizendo que irão contar ao pai da criança sobre nossa relação, para que ele pegue a guarda da criança.
    Ele conseguiria a guarda da criança só por este motivo?

    • Advocacia Tribst disse:
      15.08.2011

      Rafaela,
      O judiciário, após recente decisão do STF que reconheceu a união homoafetiva, está muito mais aberto a essas questões. O fato da mãe da criança manter um relacionamento homoafetivo não é motivo suficiente para a perda da guarda do filho, visto que a lei prima pelo genitor que melhor revelar condições para proporcionar ao menor: Afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar; Saúde e segurança; Educação.
      Se a mãe da criança proporciona todos esses itens a ela, não tem porque a guarda ser dada ao outro genitor.
      Agora, nada impede que o genitor não guardião entre com o pedido de guarda definitiva alegando outros argumentos de forma maliciosa como: vida desregrada, condutas imorais, (e se ela não conta com o apoio da família, pode alegar ainda que não proporciona ao menor convívio familiar), entre outros.
      Se a sua companheira ainda não possui a guarda definitiva do filho, aconselhamos que ela procure um advogado especialista na área de família e peça a guarda e a regulamentação de visitas do pai, se antecipando a um eventual contratempo.
      Estamos a sua disposição através do fone: 3438-0909 e no e-mail contato@advocaciatribst.com.br
      Esperamos tê-la ajudado! Até logo!

  16. kelmilene disse:
    26.08.2011

    não concordo pois acho que foi uma decisão principitada da parte do juíz, pois todos nós erramos em nossas vidas mas devemos ter o direito de uma segunda chance para que assim possamos corri-los.dai tirar um filho de uma mãe não foi uma titude sábia seria caso a criança estivesse sendo mau tratada mas foi o acontecido.sou totalmente contra um filho ficar longe de uma mãe até a lei da natureza confirma isso.

  17. Lu disse:
    13.09.2011

    Concordo a prioridade é a educação da criança.
    Tenho dois enteados, onde o pai tem que leva-lo na escola, senão falta, a mãe não acompanha os estudos e na agenda da escola envia recados onde a lição de casa não foi feita por motivos banais e não liga para as faltas. As crianças não tem acompanhamento médico e possuem convênio, dentista tudo pago, mas a mãe não tem responsabilidade de leva-los, mesmo doentes, somente o pai para acompanha-los, entre outras coisas. Esse é um motivo também para essa mãe perder a guarda?
    Att

    • Fernanda disse:
      03.10.2011

      sra. Moraes,

      Obrigada por compartilhar conosco sua situação.
      De acordo com sua descrição são motivos suficientes para a guarda da criança passar para o pai. Isto porque o juiz analisa qual o bem estar da criança acima da vontade dos pais. O cuidado com a educação e a saúde são um dos motivos mais relevantes para definir de quem será a guarda.

      Caso precise de nosso apoio entre em contato no email contato@advocaciatribst.com.br e agendaremos uma reunião!
      Abraços !

  18. dina soares disse:
    15.09.2011

    Crio 2 sobrinhos netos, os pais não os procuram pra nada a 3 anos, a mãe não os vêem mais e o pai as vezes, dei entrada no pedido de guarda provisória, será que eu ganho esse caso de abandono dos pais?

    • Advocacia Tribst disse:
      23.09.2011

      Olá Dina!

      Pelo seu relato acreditamos que a probabilidade para obtenção da guarda de seus sobrinhos netos é grande, tendo em vista o abandono dos pais, e o fatos das crianças já terem um vinculo afetivo com você. Posteriormente poderá até adotar essas crianças, já que o ECA trás o conceito de família extensa, previsto no parágrafo único do artigo 25:

      “Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade”.

      Esperamos que tudo corra bem e que você obtenha a guarda desses que já são seus filhos, não sangue, mas de coração.

      Boa Sorte!

  19. M.Renata disse:
    24.10.2011

    Sou casada,moro no exterior,tenho uma filha de 10 meses e estou gravida de 3 meses, nao quero continuar com ele pois ele jah me agrediu algumas vezes, a questao eh o seguite….nao trabalho,nao tenho casa e nem familia para qual possa me refugiar, ele me ameaca dizendo que se eu o largar, ele entra na justica e toma a guarda dos meus filhos,me humilha o tempo todo dizendo que nao tenho nem onde morar,portanto a menor condicao de cuidar das criancas,soh fico com ele porque nao quero perder meus filhos.A questao eh, eu realmente posso perde-los?

    • Fernanda disse:
      30.10.2011

      OLÁ sra. Renata,

      Primeiramente a lei modifica a cada país. Qual país você está residindo? Você gostaria de retornar ao Brasil? Em caso positivo, a lei no Brasil possue as seguintes regras:
      A guarda das crianças pertence ao genitor (pai ou mãe) que melhor oferecer cuidados psicológicos, estabilidade emocional, cuidados de higiene, saúde etc com os filhos. Não se conta a melhor condição financeira.
      Na questão financeira ambos devem contribuir para sustentar o filho porém se um deles não está atualmente trabalhando ou nunca trabalhou, o outro deverá arcar com a totalidade dos gastos através de uma pensão mensal. Esta pensão poderá ser feita através de desconto em folha de pagamento ou depósito mensal em conta.
      O divórcio inclui a retomada do nome de solteira, caso deseje bem como a partilha de bens caso haja algum. Este divórcio seria validado no Brasil e no exterior.
      Caso precise de apoio emergencial busque o Consulado do Brasil no país que reside pois a Justiça em outro país que não o Brasil poderá te prejudicar sim. Mas a justiça brasileira certamente irá defendê-la, e é comum que crianças geralmente fiquem aos cuidados da mãe, especialmente quando ainda pequenas como crianças menores de quatro anos, e especialmente em casos de agressão.
      Registre fotos suas ou das crianças das agressões e da instabilidade do seu marido para que possa se defender caso ele ingresse na Justiça.
      Esperamos ter-lhe ajudado e estamos à disposição para ajudá-la no contato@advocaciatribst.com.br

  20. JOAO ROBERTO disse:
    26.10.2011

    Corretissima a mudança da guarda em favor do pai da criança, tendo em vista que a mãe deixou em segundo plano o bem estar do filho, por menos que pareça, esta situação é corrigueira, pais que recebem alimentos e desviam a funçao deste deixando os filhos em segundo plano.

    DR. JOÃO ROBERTO COYADO

    • Fernanda disse:
      30.10.2011

      Boa tarde dr. João,

      Agradecemos por compartilhar sua opinião conosco!
      Abraços.

  21. Christian disse:
    26.10.2011

    Primeiramente parabéns pelas explicações.
    Sou divorciado fazem 10 anos e tenho um filho (12 anos) que está com a mãe, ela é uma pessoa que é bipolar, disléxica, TDHA… enfim vário problemas constatados e já tentou suicídio. Meu filho, que tem distúrbio de atenção está com sérios problemas de aprendizado devido a falta constante na escola o qual causou um atraso enorme na escola. A escola tem prestado todo o apoio incluso com aulas extras. Venho acompanhando este problema junto com a escola e fui informado pela escola que ela informará ao Conselho Tutelar, com meu apoio sobre o exesso de faltas. Isto pode gerar um processo para que eu tenha a guarda ?

    • Fernanda disse:
      30.10.2011

      Olá Christian,

      Primeiramente agradecemos os elogios e por compartilhar sua situação conosco.
      Quanto a sua questão: sim, as reiteradas falta do seu filho na escola podem fazer com que o Conselho Tutelar tire a guarda da mãe. Porém a atribuição da guarda ao pai dependerá da constatação de que o pai tem condições psicológicas de oferecer os cuidados que uma criança necessita incluindo estabilidade emocional, zelo pela saúde, alimentaçao, higiene entre outros.
      Caso deseje a guarda do seu filho este é um momento propício para manifestar seu desejo junto ao Conselho Tutelar (onde o sr. mesmo poderá fazer a denúncia de maus cuidados da criança) ou ingressar no judiciário com um pedido de guarda do filho.
      Estamos à disposição para orientá-lo e defendê-lo.
      contato@advocaciatribst.com.br bem
      tel. 11-6706.8857

  22. Emeson de Oliveira Leite disse:
    28.10.2011

    Concordo co a perda da guarda neste caso apresentado.
    A guarda esta com a mãe, a vistação é alternada semanalmente .
    Consta na assentada do acordo em 2003 o nome da escola em que atualmente a criança esta estudando.
    Existe escola melhor, perto da outra, na memsa cidade, como genitor visitante quer transferir de escola, mas a mãe não quer .

    Como procedeer?
    Devo entrar na justiça para requeerr esta transferência de colégio, pois este outro colégio é reconhecidamente melhor e atende o interesse da criança ,
    O pagamento da escola ldé de minha responsabilidade ..
    Pode resposnder?
    Muito grato.
    Bom texto .

    consta na assentada o nome

    • Fernanda disse:
      30.10.2011

      Olá sr. Emerson,

      Como o sr. mesmo informou, caso isto atenda ao melhor interesse da criança deve ser proposto pelo pai. Todavia este procedimento só pode ocorrer através do Judiciário representado por advogados, de preferência especializados para questões delicadas como a mudança de uma menor de escola.
      Caso deseje estamos à disposição para esclarecer-lhe ou procedermos a requisição da transferência de escola.
      Contate-nos pelo:
      contato@advocaciatribst.com.br bem
      tel. 11-6706.8857
      Agradecemos por compartilhar sua situação conosco!

  23. Anderson Maciel Fonseca disse:
    12.11.2011

    Eu concordo plenamente.
    Eu tenho uma série duvidas e gostaria de saber se pode me esclarecer.
    Tenho 2 filhas uma de 10 e outra de 12 anos.
    Minha ex-mulher mantem um relacionamente a 8 anos com um homem bigamo. Ou seja ele tem a esposa dele e minha ex-mulher. Minhas filhas conhecem a familia dele e sabem da situação, e muitas vezes são colocadodas em situação constrangedora, quando ela vai em festas na casa da mulher dele junto com minhas filhas, e ameaça elas para que não contem nada para a mulher dele e os amigos.
    Sempre paguei penção e nunca atrasei, mas o valor nunca é revertido para o bem estar delas, e eu todo mês sempre estou comprando roupas, calçados e material escolar etec, pois ela nunca compra nada para minhas filhas, usando o valor em beneficio próprio. Fora estas coisas ainda, elas estão matriculadas em uma escola de pessimo nivel escolar, no qual elas vivem reclamando. Elas relatam tambem caso de homossexulismo da mãe com uma suposta amiga, e são ameaçadas para que não contem nada para o amante marido. Ela tambem ficou afastada durante muito tempo, do trabalho alegando insanidade mental, para ganhar o beneficio em casa, tudo um teatro para enganar o INSS, até que descobriram segundo minhas filhas. Atualmente ela não trabalha. Trabalho em dois emprego tenho casa própria, moro sozinho, más proximo da casa dos meus pais, que tambem são super extruturados psicológicamente, financeiramente e com casa própria, que tambem querem a guarda delas. E para variar, na época da separação eu sai de casa e deixei para ela tudo que tinhamos conseguido inclusive um apartamento, que ela perdeu e foi morar de aluguel proximo da casa dele. E para poder ver minhas filhas tenho que pedir para ele, pois ela diz que é ele quem resolve tudo, e a 8 anos passo por esta humilhação de ter que pedir autorização para ele para ver minhas filhas, pois ela diz que me odeia e só tenho direito a pagar penção, e dificulta algumas vezes de eu pega las para ficar comigo. As provas não tenho são relatos das minhas proprias filhas, sobre algumas coisas. Tenho chance de conseguir a guarda delas, mesmo morando sozinho, e trabalhando em dois emprego ? Mesmo com ajuda dos meus pais. Tenho chance, pois são eles que iriam ficar com elas enquanto trabalho, e iriam busca las nas escola, que é enfrente a casa deles, e tem um ensino muito superior a escola atual delas ? Me ajude por favor ! O que devo fazer ? Elas podem escolher ? Pois a mais velha quer morar comigo, mais a mais nova tem duvidas, pois é através dela que minha ex mulher consegue informações sobre mim, e por isto é melhor tratada.

    • Advocacia Tribst disse:
      21.11.2011

      Olá Anderson!

      Diante tudo o que relatou, consideramos plenamente possível que obtenha a guarda de suas filhas, pois a lei menciona que quem deve ficar com a guarda dos filhos é o genitor que oferece melhores condições para exercê-la. Nesse sentido, considera-se apto o genitor que melhor revelar condições para proporcionar aos filhos os seguintes fatores:
      1) Afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;
      2) Saúde e segurança;
      3) Educação.
      Com isso, o fato de você ficar fora longo período, não impede de ter a guarda de suas filhas, desde que proporcione a elas os elementos acima, mesmo porque trabalhar o dia inteiro e deixar os filhos com os avós é a realidade de muitos brasileiros. Quanto as provas, claro que elas são importantes, mas caso não as consiga a declaração das crianças terão um grande valor, mas tende reunir fotos, documentos, declarações de vizinhos etc.
      Se sua ex-mulher têm o nível de promiscuidade que citou, para o bem estar de suas filhas, sugerimos que entre com o pedido de guarda o quanto antes.
      Estamos a sua disposição para maiores esclarecimentos no fone: (11) 6706-8857 ou no e-mail contato@advocaciatribst.com.br
      Até logo!

  24. Rosa Silva disse:
    16.11.2011

    Tenho uma duvida quanto ao meu filho, ele tem 8anos, e o pai tem inventado calunias ao meu respeito, uma delas é que só moro com ele por causa da pensão. Meu filho é saudavel, estuda no colegio particular, faz ingles, estudo biblico, natação, no tratamento médico usa aparelho ortodontico e passa por psicologo. Pra me defender das acusações notei que já estou perdendo a paciencia e comecei a falar mal do pai pra ele… Meu filho tem apresentado agressividade, nas escolas tem dificuldade de concentração. Estou impedindo o pai de leva-lo nos dias de visitas, o menino tem se portado melhor e entende e prefere não ir. O pai tem me amedrontado e me agrediu na frente do nosso filho na ultima vez que tentou leva-lo. O que devo fazer pra proteger meu filho, já que estou com medo de deixa-lo ir pra casa do pai e temos um acordo de visita.

    • Advocacia Tribst disse:
      21.11.2011

      Olá Rosa!

      Diante o que relatou, aconselhamos que tome uma providencia urgente, haja vista, terem uma regulamentação de visitas não pode proibir que o pai veja ou retire o filho, a não ser que ele (o filho) não queira ir. Se tem ciência que o pai tem feito mal ao filho com acusações a seu respeito, deve entrar com uma ação de Alienação Parental, e o Juízo aplicará uma pena a esse pai que pode ser:
      - advertência;
      - multa;
      - alteração ou inversão da guarda;
      - a suspensão da autoridade parental.
      No entanto, agir do mesmo modo não é o caminho, pois poderá sofrer uma ação como essa, e fora isso, o maior prejudicado é o filho que com certeza ama os pais e não sabe em quem acreditar ou quem defender.
      Leia o artigo http://www.advocaciatribst.com.br/2011/08/04/sindrome-da-alienacao-parental-perigo-iminente/ para entender melhor o que é a Alienação Parental, procure um advogado de confiança e especialista na área da família, pensando em fazer o melhor para o bem estar do seu filho.
      Estamos a sua disposição para maiores esclarecimentos no fone: (11) 6706-8857 ou no e-mail contato@advocaciatribst.com.br
      Até logo!

  25. Rosa Silva disse:
    24.11.2011

    Obrigada pela resposta, me ajudou e muito.

  26. Rodrigo disse:
    02.12.2011

    Concordo. Tenho um filho de 9 anos, que a 7 anos e meio mora com a mãe, sempre paguei tudo do menino, sempre visitei, o garoto tem doença neuromuscular e faz acompanhamento. Descobri a pouco tempo que ele recebe uma pensão do governo e que esse dinheiro não é usado com ele, inclusive ele estuda em escola municipal. Juntando o que eu dou mais a pensão, gira em torno de 900,00 livre já que todo o resto eu custeio, era pra lele estar bem mais desenvolvido se houvessem usado o dinheiro com ele. Entrei com o pedido de guarda e retive a criança. Estou aguardando.

  27. Diego Henrique disse:
    10.12.2011

    Bom Dia,

    Concordo e muito com a matéria. Gostaria de uma ajuda, Tenho uma filha de 6 anos de idade, a minha esposa pediu a separaçao, pois alega que gosta de outro, porém minha filha presenciou esta fala da minha esposa, minha filha me adora, diz que não quer ficar com a mãe, presenciou varias vezes a mãe falando que nao aguenta mais, ameaçando se matar, pegando faca e colocando proximo a do pulso, isso e mais com a minha filha vendo, estou tambem desempregado, nunca deixei de cumprir com minhas obrigacoes, mas estou vivendo um momento de transtornos na minha vida, pois minha filha, faz muitas perguntas na qual so eu respondo a ela, acabo sendo acusado de que estou fazendo a cabeça dela, mais ela e uma crianca de 6 anos que já possui sentimento ou não, o pai dela acabou comprando um apartamento financiado, e eu descobri que ela já esta mobiliando o mesmo, e minha filha nao quer ir para o apto, e ela já presenciou a minha esposa me batendo, e a ultima desta semana jogou o controle da tv em meu braço, isso tudo com a presenca de minha filha, antes de sair do banco em que trabalhava, consegui colocar minha filha na fundacao Bradesco para funcionarios, sempre tive harmonia com minha filha e a amo muito, nao estou aqui falando apenas para nao pagar pensao, muito pelo contrario, faco questao, pois amo muito minha filha, o que faço sera que alguem pode me da uma luz.

    • Fernanda disse:
      25.04.2012

      Ola Diego,

      Agradeco seu comentario. Sinto muito pelo que esta passando mas espero que logo supere.
      Sua pergunta nao ficou clara para nos, caso queira reescreva em detalhes. Voce diz “Tenho uma filha de 6 anos de idade…” e depois ” o pai dela acabou comprando um apartamento financiado”. Quando voce diz o pai dela se refera ao pai de sua esposa?
      Caso voces divorciem:
      - voce pode pedir uma pensao para sua esposa ate que voce se recoloque no mercado de trabalho (pensao alimenticia para voce)
      - pode pedir a guarda exclusiva de sua filha (e provar que e um bom pai e que a mae nao tem estabilidade psicologica): neste caso um psicologo do judiciario ira te entrevistar, tambem sua filha e sua esposa
      - pode pedir pensao para sua esposa para cobrir os gastos da sua filha (pensao alimenticia para sua filha)

      Estas informacoes sao para esclarecimentos e nao dispensam uma consulta com um advogado da area. Nos estamos a disposicao no contato@advocaciatribst.com.br

  28. Paula disse:
    12.12.2011

    tenho uma sobrinha de 4 anos de idade que mora comigo e com minha vó desde quando nasceu, pois meu irmão e a mãe da criança separaram logo quando completou 1 ano. A mãe vai visita-la raramente, para ser bem correta uma vez a cada 2 meses, numa visita a mãe a levou para sua casa e resolveu não entrega-la mais. Entramos com pedido de busca e aprensão o qual foi definido que até que saia a guarda definitiva a criança fique no poder do genitor que seria meu irmão. A criança necessita de cuidados especiais , bem como medicamentos controlados pois quando era bebê sofria de convulsões, tambem possui o desenvolvimento psicomotor bem atrasado, faz tratamentos com neuropediatra, fisioterapeuta e fonoaudiologo. coloquei-a numa escola particular para conviver com crianças e estimular mais seu desenvolvimento.Gostaria de saber quais as chances de ficar com minha sobrinha, pois possuo muito afeto e dou toda a assistência que necessita, o qual a mãe nunca se importou em dar, porém está querendo a guarda.

    • Advocacia Tribst disse:
      20.12.2011

      Olá Paula,
      As chances que tem de ficar com sua sobrinha são expressivas, haja vista o abandono da mãe quando essa mais necessitava. Além da questão do afeto, que já se formou entre você e sua sobrinha, têm a questão das necessidades e cuidados especiais que você proporciona a essa criança. Não sei como foi o pedido de guarda ao Juízo, mas entendemos que ela deva ser pedida em conjunto, por você e seu irmão.
      Demonstre que são vocês que têm total condições de proporcionar a pequena: saúde, educação, convivência familiar, lazer, afeto. E que foram vocês que se preocuparam com todas essas necessidades da criança desde o nascimento.
      Fique tranquila e tenha fé, pois vai dá tudo certo!
      Esperamos tê-la ajudado, estamos a sua disposição para quaisquer outros esclarecimentos, até logo!!!

  29. Susane disse:
    19.12.2011

    Olá,
    não encontro material à disposição na net sore a seguinte questão: há 4 anos me mudei com um filho, na epoca com 7 anos, para outro estado, distante 4 mil km do pai da criança. Na época ele consentiu e estávamos casados, mas 1 ano depois decidimos pela separação. Ocorre que o pai e familiares não mantem contato frequente com meu filho, e devido a isso ele perdeu o vinculo afetivo, em grande parte. Embora eu tenha emails solicitando que ligassem para ele, pareceu-me que quiseram eles mesmos causar esse distanciamento para, a posteriori, me acusarem de alienação parental (já ameaçaram algumas vezes me processar). Durante esses anos, por duas vezes paguei a passagem para o pai dele vir vê-lo, e em outra ocasião fiquei por 1 mês no estado do pai, tb custaeando sozinha nossas passagens. Tenho comprovação via cartão de crédito. Além disso, o pai sustenta a alegação de pobreza para o pagamento de somente 20% da pensão, o que á foi derrubado pelo MP, através da abertura de sigilo fiscal.
    Apesar de meu filho amar morar onde moramos, é um município pequeno, que oferece algumas limitações em relação a saúde e educação. Ele estuda a 30km daki, em uma escola particular. Eu banco as despesas, nos damos muito bem. Vim pra cá para iniciar um novo negócio e voltaria após 2 anos, mas descobri nesse meio tempo outras relações extra-conjugais e desisti de ir embora. Meu filho amou não voltarmos, pois adora morar aki, de frente para o mar, num lugar muito tranquilo, com clima ameno. Nunca adoeceu, está estavel nos estudos e se dá bem com os colegas; tem amigos e pratica esporte. Criei eu mesma um projeto para ensinar Rugby para crianças, assim desenvolvemos juntos, na tentaiva de transpor essas barreiras. Pra mim, esse aprendizado é de muito valor; mas para um juiz será assim tb?
    O fato mais recente é que o pai esteve aki por 4 dias, comprovou que o filho tem afeto por ele, dormiram juntos todas as noites e passaram bastante tempo juntos. Porém, agora em dezembro, o pai dele quer que ele vá visitá-lo, e a avó paterna e tio; mas ele disse q não queria. O pai dele falou PARA ELE que vai por bem ou por mal, que vai me processar se ele não for. Meu filho ficou, a partir de então, determinado a não ir mais.
    Como posso EU ser responsabilizada pelas ações do pai dele, q acarretam nessa perda de vinculo? Ele pode falar isso pra criança e depois me culpar por o menino não querer ir? Existe o risco de eu perder a guarda dele? O pai dele tem uma ocorrência por porte de drogas. Eu tenho 100 testemunhas q afirmarão q sou boa mãe, não deixo eu filho com ninguem pra farrear, sou comprometida com ele a ponto de anular minha vida social, em grande parte.
    De quem é a obrigação de visitar, do pai ou do filho, nesse caso? Caso meu filho não queira ir, ele é obrigado? Eu estou tentando convencê-lo, mas ele disse: ah, como eu gostaria de não ter mais q ouvir sobre esse assunto… O QUE EU FAÇO? A pensão de alimentos continua na justiça.

    • Advocacia Tribst disse:
      20.12.2011

      Olá Susi!
      Seu filho, não é obrigado de forma alguma a visitar o pai e familiares, pois amor e amizade são sentimentos que devem ser conquistados e não impostos. Converse com seu ex-marido e tente fazê-lo entender que não pode forçar a criança a ir onde não quer ir, pois forçando corre o risco de ganhar a antipatia do filho. É pouco provável que um Juiz dê a guarda a um pai ausente e que não se esforça para pagar alimentos ao filho, e ainda com histórico de drogas. Está corretíssima em preocupar-se com essa questão e reunir provas a seu favor, mas caso queira sentir-se mais segura entre com uma Ação de guarda exclusiva combinado com regulamentação de visitas, explicando ao Juízo que devido a distância e a resistência da criança em ir a cidade que o pai mora, as visitas devem -nesse 1º momento- ocorrer onde vocês (mãe/ filho) residem.
      Parabéns pela clareza de idéias e por não impedir o contato entre pai e filho, mas intervenha quando sentir que seu filho será prejudicado de algum modo, tente manter o diálogo com seu ex-marido para que ele se sinta participativo, mas deixe claro que o menino é um pré-adolescente, idade difícil, e que para ele pai conquistar a confiança do filho precisa de paciência e carinho e não pressão e coação. Deixe claro ainda, que você não é contra a ida do filho para a cidade dele, que tem procurado convencê-lo, mas caso ele não queira ir não vai obrigá-lo. Lembre-se que você detém a guarda de fato e é você quem responde por seu filho quando necessário.
      Esperamos tê-la ajudado, estamos a sua disposição para quaisquer outros esclarecimentos, até logo!!!

  30. vanessa disse:
    21.12.2011

    Sim, porém a casos e casos.
    tenho uma filha de nove anos que sempre morou comigo e minha mãe depois que separei de seu pai, sé que em abril deste ano depois de muito refletir sobre o assunto decidi casar e morar em outra cidade meu ex marido não permitiu que ela viesse comigo então procurei co conselho tutelar da minha cidade, onde justifiquei uma decisão e ele não quis um acordo no entanto, minha mãe e eu assinamos um documento onde concordamos que minha filha ficasse morando com ela te que eu depois de estabilizada possa volta p busca-lá. logo apos minha partida ele tirou minha filha da casa da minha mãe e hoje só permite visitas e quando eu tento falar com ele sobre qualquer coisa a respeito dela ele não me da nenhuma satisfação. nesses casos de que forma devo proceder ?
    E qual a chance de traze-lá comigo, pois pretendo busca-lá este ano de 2012.
    Por favor se alguem poder me responder ficarei muito grata.

    • Advocacia Tribst disse:
      27.12.2011

      Olá Vanessa,
      Num primeiro momento você não tinha a guarda legal de sua filha, mas tinha a guarda de fato já que ela morava com você, para evitar o ocorrido deveria ter entrado com uma Ação de Guarda exclusiva com regulamentação de visitas do pai antes de sair da cidade, nessa ação poderia pedir uma autorização do Juízo, e levar sua para onde você fosse.
      Mas agora a situação é outra, já que agora ela reside com o pai, deve entrar com a mesma ação de guarda exclusiva e regulamentação de visitas e provar que quem tem melhores condições de proporcionar a criança, saúde, educação, lazer, convívio familiar, e tudo mais que ela necessitar. Geralmente esse tipo de ação demora, assim se quiser que sua filha retorne ao lar materno imediatamente deve pedir uma liminar (e essa deve ter base para ser concedida).
      Procure um advogado especialista na área de família e proponha a ação o quanto antes, estamos a sua disposição no e-mail contato@advocaciatribst.com.br e no fone (11) 6706-8857. Até Logo!

  31. 12.01.2012

    Podendo a mae oferecer algo melhor ao seu filho, sendo de direito dele, e ela nem se incomodou com o filho e pensou só nos ideais dela, acho que mais do que justo.

  32. Caio disse:
    17.01.2012

    Boa tarde.

    Tenho uma filha de dois anos e meio com uma ex namorada. Já era casado com a pessoa que sou casado hoje quando minha filha nasceu, porém, o relacionamento que deu origem a minha filha aconteceu durante um periodo de separação do meu casamento atual.

    Até minha filha completar um ano e meio mais ou menos, a situação era tranquila e confortável pára todos, e o relacionamento era bom. A mae manteve relacionamentos de curta duração com duas pessoas (não ao mesmo tempo).

    Passado este período, a mãe me pediu pra me separar, e casar com ela, e eu respondi que não. Na semana seguinte apareceu namorando um “semovente” que a convenceu de entrar para a religião dele, e estão juntos até hoje.
    Deste momento em diante minha vida virou um inferno. Ela entrou com ação de alimentos pedindo R$ 2.500,00 de pensão. Não foi na audiência porque leu na citação que era audiência de conciliação (muito bem instruida pelo advogado por sinal) e o processo foi extinto. Desde então, ela se recusa a falar comigo, não me deixca ter contato com minha filha, e nem permite contato com minha família. Mencionei no inicio que a relação era confortável e boa, e era mesmo. Meus pais moram no mesmo quarteirão que ela e minha filha (a genitora mora com a mae e o padrasto) e portanto, o contato de minha filah com toda a minha familia era constante. As veses eu nem precisava ir busca-la, pois a propria mãe ou os avós paternos já haviam deixado a pequena na casa dos meus pais. enfim…
    Como o namorado semovente da genitora a convenceu a se converter, desde então todos os finais de semana a criança esta na igreja sei la qual, sabados e domingos té tarde da noite, e por este motivo não da tempo de deixar a criança comigo. Durante a semana, tambem não pssso ve-la, pois a situação é insustentável, e não frequento, como antes de costume, o local onde minha filha mora. Em relação a religião, ao fato de a criança ser muito pequena para esta rotina massante (consecutiva), ou a opinião do pai, simplesmente sempre ignorados com aquela frase típica: EU NAO VOU DISCUTIR ISSO COM VOCE.

    Enfim, não faço idéia do que fazer. Em um ano, ela simplesmente se transformou, e suas atitudes são controversas ao que sempre foi, acreditou e aos valores que defendia.
    Hoje, ela tranquilamente sobrepõe seus interesses aos da criança.
    Jamais pensei em tentar a guarda exclusiva. Primeiro por achar que não é o melhor pra minha filha. Acredito ser importante o acompanhamento e a partcipação tanto do pai quanto da mãe. Segundo, porque não desejo a ela oque nao gostaria que fosse feito comigo, mesmo que ela esteja fazendo. Por ultimo, porque aqui no Brasiul, e com nosso ordenamento jurídico atual, não seria tão facil.
    Mas preciso arranjar um jeito de fazer a mãe deixar de ser biruta, parar de pensar no umbigo dela, e tomar conciencia de que nossa filah não é um brinquedo, e que toda esta situação se refletirá no decorrer de sua vida..

    o conplicado dessese blogs é que nós começamos a escrever e terminamos desabafando.

    No aguardo.
    Obrigado.

    • Advocacia Tribst disse:
      03.02.2012

      Olá Caio!

      Você paga os alimentos no montante solicitado pela mãe de sua filha? Têm condições financeiras para isso? Se você não tem condições de pagar os alimentos solicitados pode pedir uma revisão demonstrando sua situação financeira atual.
      Se ela vêm impedindo você de ver a pequena e passar finais de semana alternados com ela deve pedir em Juízo regulamentação de visitas.
      Agora se sua pretensão é ter uma participação mais presente na vida de sua filha, acreditamos que a guarda compartilhada é uma boa medida, pois todas as decisões que dizem respeito a criança devem ser tomadas em conjunto (por ambos os genitores), inclusive ela terá um domicilio duplo, ou seja pode ser encontrada tanto na casa do pai, quanto da casa da mãe. Com isso, é importante que vocês (pais) tenham o minimo de diálogo.
      Quanto ao pedido de guarda exclusiva é necessário que demonstre que possui melhores condições que a mãe para obtê-la, proporcionando a criança:
      1) Afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;
      2) Saúde e segurança;
      3) Educação.
      Análise com cautela as opções e pense sempre no bem estar de sua filha, é inegável que como pai tem direitos, e não deve ser considerado um mero pagador de pensão alimentícia. Se a conduta da mãe esta prejudicando a convivência com sua filha, tome providências urgentes, pois é direito também da criança o contato com o pai e seus familiares. Estamos a sua disposição no e-mail contato@advocaciatribst.com.br e no fone (11) 6706-8857.

  33. Vanderlei Bianchini disse:
    18.01.2012

    Concordo plenamente com a perda da guarda da Mãe neste caso e em inúmeros outros casos também é possível modificar uma decisão judicial prolatada em favor da Mãe ou até mesmo em favor do Pai, não importa com quem esteja o Poder Familiar, o que realmente importa é sempre o bem estar da criança e a sua formação, seja ela social ou intelectual.
    Há casos em que a Mãe detém o poder Familiar e, após estar tudo formalizado em juízo, esta muitas das vezes deixa a criança ser criada pela Avó ou avós ( da genitora) e vai viver a vida (é um direito dela) mas não utilizando do dinheiro pago a título de pensão, inclusive passam a conviver com um novo parceiro e nem mais se lembra que tem um filho para criar e educar, e nem assim, procura o Pai biológico para entregar a guarda do seu filho, prefere que fique com os avós até por conta da pensão que muitas vezes são de valores bem razoáveis.

  34. jaciara amador disse:
    21.01.2012

    Moro com o pai dos meus filhos há 12 anos,temos uma menina de 8 anos e um menino de 4,todo final de semana ele bebe(até mesmo durante a semana),ele gasta o dinheiro que ganha com farra e nunca tem quando é pra casa,ele não ajuda muito nas despesas das crianças,quando ajuda é pouco.Moramos na casa da minha mãe,ela é aposentada eu não trabalho ainda até porquê minha filha faz tratamento na rede Sarah de São Luiz e tenho que viajar com ela,a despesa da casa é por conta da minha mãe,estou procurando emprego e ele sempre fala que se ele for embora de casa vai entrar na justiça pra tirar as crianças de mim porquê não tenho emprego e vai levar eles pra morar com a mãe dele,ela já cuida de 4 netos ele tem alguns amigos advogados que vão ajudar ele.Fico com medo de ficar sem meus filhos.Nesse caso eu posso ficar sem meus filhos?Ele consegue a guarda das crianças? Me ajudem por favor.

    • Advocacia Tribst disse:
      03.02.2012

      Olá Jaciara!

      Nosso ordenamento jurídico diz que fica com a guarda o genitor que oferece as melhores condições de exercê-la. Nesse sentido, considera-se apto o genitor que melhor revelar condições para proporcionar aos filhos os seguintes fatores:
      1) Afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;
      2) Saúde e segurança;
      3) Educação.
      Se o seu esposo é viciado em álcool e não auxilia nas despesas com as crianças não demonstra ter condições de assumir a guarda dos filhos. Junte provas, como: fotos dele no bar, fotos dele bêbado, comprovantes de despesas dele com outras coisas, demonstre que é sua mãe que assume as despesas do lar, que a mãe dele já cuida de outros 04 netos etc.
      Ele possui registro em carteira? Consiga um comprovante de seus rendimentos, para um eventual pedido de pensão.
      Pelo que relatou tem grande chance de ficar com a guarda de seus filhos, o fato de não trabalhar não é motivo suficiente para que ele tire seus filhos, procure a defensoria pública de sua cidade e peça auxilio de um advogado. Estamos a sua disposição para qualquer outra informação.

  35. Darcilene disse:
    27.01.2012

    Sim, concordo plenamente. Ela subjugou os interesses do menor. Tirou vantagem do dinheiro pago pelo pai em detrimento do próprio filho. Inaceitável.

  36. Renan Santos disse:
    03.02.2012

    Concordo sim!
    Minha cunhada traía meu irmão abertamente, a ponto de vizinhos irem alertá-lo. Colocou um homem dentro de casa enquanto meu irmão estava se matando de trabalhar para sustentar a casa e as 2 filhas pequenas. Fez a cabeça da menina mais velha contra meu irmão, a ponto da menina ficar com raiva dele e a favor da mãe e do amante….a menina ajudava a mãe a esconder o amante….ela tem apenas 10 anos de idade. Fora isso, minha ex cunhada, traiu meu irmão por mais de 1 ano.
    gostaria de saber se nessa situação meu irmão tem chance de ficar com a guarda das filhas. Ele está sofrendo muito.
    Aguardo
    obrigado

    • Advocacia Tribst disse:
      03.02.2012

      Olá Renan!

      Sim, é plenamente possível seu irmão conseguir a guarda das filhas, já que a lei dá enfase no melhor interesse do menor, considerando apto o genitor que melhor revelar condições para proporcionar aos filhos os seguintes fatores:
      1) Afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;
      2) Saúde e segurança;
      3) Educação.
      Pelo seu relato sua ex cunhada também vem praticando Alienação Parental (ou seja, colocando os filhos contra o pai), e esse é um fator forte de desequilíbrio que vai ser analisado pelo Juiz.
      Peça para ele procurar um advogado especialista em direito de família para orientá-lo e acompanhá-lo no processo de guarda, nos colocamos a disposição para maiores esclarecimentos no e-mail contato@advocaciatribst.com.br e no fone (11) 6706-8857

  37. catielena disse:
    06.02.2012

    talvez tenha sido justo mas voce nunca sabe ao certo quanto uma criança vai gastar? então tudo é relativo perdeu a criança pois estar com a mãe é muito marcante para uma criança pequena.

  38. Caio disse:
    08.02.2012

    Muito obrigado pelos apontamentos. Parabéns pelo trabalho aqui realizado e disponibilizado.

  39. Gilberto P. Marinho disse:
    16.04.2012

    Concordo plenamente, pois o interesse isto a educação da criança em primeiro lugar, muitas maes acaban usando o dinheiro e uso proprio conheço alguns casos. Outra coisa que gostaria de salientar é o ambiente em que a criança vive pode ser ser um mabiente onde os palavroes seja o vocabulario da casa.

    • Fernanda disse:
      25.04.2012

      Ola Gilberto,

      Agradecemos o contato!
      A entrada em vigor da Lei 8.213/91 pois fim a questao de que novo casamento extingue a pensao da viuva/viuvo. Em analogia, a uniao estavel tambem usufrui do mesmo direito. Porem esta admite maior discussao no judiciario. Uma excecao a esta regra sera caso a viuva/viuvo alterar seu poderio economico e passar a desfrutar de uma melhor situacao financeira. Neste caso o beneficiario podera se defender legalmente justificando seu novo rendimento, e se necessita ou nao da antiga pensao. Neste caso cabera a prova de que o novo casamento nao resultou em melhoria da sua situacao economica-financeira da viuva/viuvo.

      Espero termos ajudado!
      Estas informacoes nao dispensam uma consulta com profissional da area antes de qualquer tomada de decisao!
      Mais informacoes estamos disponiveis para uma reuniao no contato@advocaciatribst.com.br

      Abracos

  40. viviane disse:
    19.05.2012

    Oi este foi o melhor conteúdo que achei sobre assuntos de guarda,porém ainda tenho dúvidas.
    Me casarei daqui um mês,meu noivo tem um filho de seis anos a mãe cuidava bem dele,porém ela foi morar com um cara em outro estado e deixou ele com a avó com promessa de busca-lo logo,ja faz seis meses,o pai da criança paga pensão e plano de saúde,assim como farmácia,a avó trabalha dia todo ficando o menos só em casa na companhia do bisavô doente de 84 anos,ja faz seis meses que a mãe foi embora ,veio somente uma vez ver a criança,ele engordou e vizinhos ameaçaram chamar o conselho por ele ficar so e na rua,sendo essa semana qse atropelado,meu noivo mora sozinho ,minha duvida é ele se casando,tendo serviço de muito tempo,tendo sempre ajudado pode pedir a guarda da criança?

    • Fernanda disse:
      22.01.2013

      Olá Viviane,
      Saiba que o pai e a mãe tem direitos iguais quanto a guarda do filho(a).
      Precisa apenas preparar documentos que comprovem a situação da criança e a do pai.
      Você pode entrar em contato no tel(11)3578-6698 caso precise de nossos serviços que a orientaremos.
      Abraços!

  41. Dalvani disse:
    28.05.2012

    Nesse caso entendo que o pai deveria tão somente ajuizar uma revisional de alimentos para minorar o valor de contribuição, não uma modificação de guarda somente com a alegado acima. Não foi mencionado que a mãe é descuidada, maltrata o filho ou que deixa sem os cuidados específicos. Aliás o fato da mãe ter transferido o filho de uma escola particular para pública não significa que ela nao se importa com o desenvolvimento, pois na minha cidade temos escolas públicas que são melhores que muitas escolas particulares, inclusive já ganharam prêmio de qualidade. Outra coisa ele poderia ter feito é um pedido de prestação de contas pra saber o que ela faz com toooooodo dinheiro que recebe.

  42. Sales disse:
    31.05.2012

    Sim Concordo

  43. 03.06.2012

    concordo perfeitamente porque ue me separei e minlha mulher esta gravida e se ela nao zelar pelo o bem estar do nosso filho com serteza que eu vou entrar com uma açao judiçial pra reguerer a gurda do filho com serteza

  44. 03.06.2012

    a minlha ex mulher esta gravida de cinco mes ela esta morando mas a irma dela virou bagunça e festa quase todo dia ela esta bebendo todo o dia nao esta ligando muito com a gravides ela tem um filho de dois ano ja foi entimada pelo conselho tutelar por festas na casa. os vizinho denusio

  45. Luna disse:
    14.06.2012

    Primeiramente gostaria de Parabenizá-los pelo excelente trabalho!!! Atualmente existem muitas pessoas com duvidas relacionadas a área da família e vocês com excelencia, tem esclarecido e auxiliado à muitas pessoas.
    Este trabalho de vocês é sensacional.

    • Fernanda disse:
      03.06.2013

      Obrigada Luna!
      Agradecemos sua apreciação no nosso cuidadoso trabalho.

  46. Aline Canabarro disse:
    16.07.2012

    Eu tenho um enteado de 7 anos e a mãe dele não deixa o pai dele ver ele direito e nem falar com ele por telefone e quando acontece algum emprevisto ela fica furiosa e coloca o menino contra o pai , eu acho isso um absurdo porque eu tenho um filho e não coloco ele contra o pai dele nunca gostaria de saber quais as provideincias deverão ser tomadas ?

  47. Michelle dos Santos Silva disse:
    20.07.2012

    eu concordo plenamente! acho um absurdo uma mãe fazer isso com o próprio filho, eu por exemplo ficaria feliz se o pai do meu filho fosse bondoso como esse pai no caso pq ele com raiva de mim por ter separado dele não me ajudou durante toda a gestação, só ligava pra mim pra ficar falando que estava com saudade do meu corpo e ficava dizendo que quando meu filho nascesse que eu voltaria pra ele e que ele nunca deixaria que nada faltasse para o o bebe, mas quando meu bebe nasceu e eu não voltei pra ele… ele continuou com a mesma pirraça e depois de muito reclamar agora ele está demostrando de que finalmente vai zelar pelo nosso filho.
    mas na quarta feira(18/07) ele veio falando umas coisas estranhas, ele se explicou por não ter vindo ver o menino, disse que estava sem dinheiro e que estava vendo se vendia algumas coisas dele para conseguir algum dinheiro, mas o que eu achei estranho foi ele ter perguntado a mim se poderia vir a minha casa para ver meu filho no dia seguinte porque estava com muita saudade, perguntou como se eu estivesse o proibindo, perguntei po que ele estava falando aquilo, então ele se explicou dizendo que era porque estava sem dinheiro e que estava com vergonha de vir a minha casa sem dinheiro, então eu disse a ele que não tinha problema, de que ele ja tinha vindo muuitas vezes sem dinheiro e nem por isso eu o maltratei e perguntei por que justamente agora ele estava com essas frescuras e ele disse que era só vergonha mesmo, então combinamos o horário que ele viria mas ele não apareceu nem ontem e nem hoje.
    eu estou desconfiada de que ele gravou a nossa conversa querendo alguma prova de que eu o proibo de ver meu filho,( o que é pura mentira pois tenho muitas testemunhas que são os meus vizinhos que ja chegaram a ve-lo chegar a minha casa as 18:00 horas e ir as 00 hs, e em outros dias chegar a minha casa as 14:00 hs e ir embora as 23:00 hs).
    eis a minha dúvida, se ele conseguir provar que eu o proibo de ver meu filho o que pode acontecer?

    • Cristiane disse:
      21.07.2012

      Olá Michele!

      O que o pai do seu filho pode fazer é entrar com uma ação de Regulamentação de Visitas para que tenha direito a ver o filho em dias e horários determinados, caso não haja consenso entre vocês para visitação livre.
      Deve se atentar sobre a Alienação Parental, que ocorre quando um dos genitores tenda colocar o filho contra o outro, ou mesmo o proíbe de vê-lo sem justificativa plausível. Quando verificada e provada essa Alienação, pode-se perder a guarda do filho para o outro, por isso, fique atenta e independente dele dar a pensão alimentícia ou não, o relacionamento entre pai e filho, quando saudável, deve ser respeitado. Você possui meios judiciais para fazê-lo pagar os alimentos.
      Para saber mais sobre a Alienação Parental leia o artigo http://www.advocaciatribst.com.br/2011/08/04/sindrome-da-alienacao-parental-perigo-iminente/. Obrigada pela contato, até logo!

  48. Fatima disse:
    01.08.2012

    Bom dia,
    Vou contar minha história…
    O pai da minha filha foi embora para o Japão quando eu estava gravida de 2 meses,eu fui morar com os pais dele pais eu estava sem trabalhar no momento minha familia não tinha condições para tal.
    Fiquei morando minha filha completar 1 ano e 2 meses ai resolvi arrumar um trabalho e voltei a morar com minha mãe até então o pai mandava uma pensão no valor de R$1400.00 reais mais ele deixou de mandar.
    Eu namorava então para melhor sustento da minha filha meu namorado me pediu em casamento fomos morar em uma chácara vivemos junto por 4 ano e meio este tempo que ficamos em união estavel, ele que assumiu todos os gastos com escola,ballet,passeios,viagens,lazer,roupas todos os gastos de uma criança para viver bem e meio depois a relação se desfez mais foi muito tranquilo,não tendo para onde ir pois eu estava desempregada pois trabalhava com meu ex.voltando estava ótimo pois nos entendiamos muito bem mais o filho dos avós continuava sem nem uma noticia e nem pagava pensão passou a pagar a dois anos atrás, nestes tempos comecei a namorar e os avós passaram a se intrometer na vida e educação que eu dava a minha filha eles tinham outro filho tambem estava no japão estava voltando para o Brasil com a esposa que estava gravida e viria a morar na casa do avós paterno da minha filha onde passou a não ter mais espaço para mim e nem para minha filha, ai que a convivência foi ficando cada vez mais insuportavel então a avos paterna pediu para eu arrumar um lugar para viver com minha filha eu pensa como vou conseguir pois o pai passou a mandar R$450.00 meu salario R$850.00 sendo que nunca abri mão de manter os estudo da minha filha em uma escola particular,conversando com os pais do meu namorado me convidaram para morar um tempo na casa deles até tudo se resolver conversei com avós paterno sobre o fato de entrar com uma ação contra o pai mais como se nem o endereço dele eu tinha para notifica-lo nem se quer ele ligava para saber da filha então fui até uma advogada indica pelos pais do meu namorado,começamos a juntar informação isso era fevereiro 2012 quando sai da casa dos avós, nessa epoca pois o pai disse que viria ao Brasil em junho para buscar a esposa do irmão e conhecer a filha pois o irmão já havia voltado para o Japão,pelo fatos da minha filha nunca ter visto o pai procurei leva-la a um psicologa para iniciar um tratamento para prepara-la mais ´por volta da 19:00 horas do dia 11-05-12 fui levar a minha filha para ver a tia que mora em outra cidade e estava na casa dos avós a deixei e fui fazer minhas coisas pois voltaria para pega-la a 21:30 para minha surpresa na hora a avó veio abrir o portão ai aproveitei para pedir a pensão do mês ela me informou que o pai da minha filha tinha chego estava conhecendo ela nem sequer pensaram se causariam algum dano psicológico na cabeça da minha filha.Fiquei sem saber oque fazer e muito triste esconderam que ele estava chegando para não dar tempo de entrar com a ação contra o filhinho deles,mais no mesmo dia procurei minha advogada ela entrou com ação no mesmo dia ele recebeu a intimação pedi regularização de pensão e regularização de visita e visita assistida eu disse que minha filha não iria la mais eles a familia paterna poderia visita-la quando quiser em minha casa pois ela estava muito assutada com a forma de conhecer o pai.mais o pai ficou no Brasil 13 dias mais já voltou para o japão no dia seguinte a sua volta ao japão ingressaram com uma ação de pedido de guarda alegando que eu não cuido direito que estou fazendo alienação parental mais tenho e-mail que comprova pois todas as vezes que minha filha pede para ir na casa dos avós eu a levo mais eles nunca colocaram os pés em minha casa.

    Eles entraram com isto porque acham um absurdo oque peço no processo contra o pai.
    Não quero guarda compartilhada pois minha filha disse que quer ir na casa dos avós quando sentir vontade pq la é chato e outra eles nunca participaram da vida cotidiana escola,reuniões,festas na escola.

    como vai ficar a ação contro o pai se ele esta no japão e disse que não pode nem vir visita-la nem uma vez por ano. e que não vai pagar a pensão de 3 salarios minimo.

    Obrigada desculpa as ordem das letras.

    • Cristiane disse:
      09.08.2012

      Olá Fátima!

      Pelo visto sua advogada conseguiu citar o pai da sua filha enquanto ele ainda estava no Brasil, com isso a ação prossegue, e caso ele não conteste será revel e condenado ao pagamento da pensão alimentícia. Com essa condenação você pode executá-lo, é necessário o endereço no Japão para que ele seja citado por carta rogatória. Considerando que não possui o endereço, peça ao Juízo que intime os pais do executado para que informe o endereço do filho no Japão, se esses alegarem não saber seu paradeiro, peça a expedição do Mandado de Prisão para que tão logo compareça no Brasil, seja preso por débito alimentar.
      Outra opção é entrar com uma ação contra os avós paternos de sua filha, pedindo complemento de pensão alimentícia, tendo em vista descumprimento no pagamento da pensão do genitor.
      No que se refere a ação de guarda impetrada pelos avós da criança, eles devem ter motivos legítimos para isso, não basta a simples alegação, devem comprovar que a mãe não têm condições de criar a filha, é um processo longo e desgastante que deverá ser analisado por psicólogos, assistentes e o Juízo.
      Estamos a sua disposição para quaisquer outros esclarecimentos, até logo!

  49. cassia ap souza disse:
    07.08.2012

    Bom dia desculpa mas vou contar um pouco da minha história, eu era desempregada pq n conseguia vagas de escola p meus filhos mas no papel do juizado esta como que perdi a guarda dos meus 4 filhos por n ter moradia fixa e por no passado eu ter sido usuária de drogas isso antes de ser mãe pois fui criada em abrigo tbm, em uma entrevista c assistente social eu disse q abrigo n era futuro, pq aqui estava eu como referencia tudo q aprendi de errado e bom foi la, mas no relatorio p juis parecia q ela colocou só o q ela quis tudo o q poderia me prejudicar eu tbm disse que, fui no conselho tutelar e eles nunca me ajudaram em nada disseram a mim q tinha q arrumar vaga p meu filhos em escola era eu bom o resumo foi q como o pai de meus filhos era um ex educando tbm ele ja tinha sido usuario de drogas e como um tempo atras meus filhos foram parar em um abrigo tbm, pq eu morava em uma casa invadida e havia ganhado nenem e como meu filho iria ficar internado por motivos de saude, eu me evadi do hospital antes de ter a alta indo p casa p ver se estava tudo bem c outros 3 filhos q eu ja tinha e havia deixado c uma irma minha as pressas de 15 anos fiquei muito preocupada c munha irma ligou dizendo q uma delas estava chorando muito por causa de minha ausencia entao c eu ja n podia nem entrar na sala em q meu filho estava internado nem p amamentar me dirigi até o responsavél do setor em q eu estava internada e disse q eu estava bem e q queria ir embora ela disse q eu n podia, n pelo filho, mas sim pq minha alta seria após umas 6 horas ainda só q sou muito brava em relaçao aos meus filhos entao eu sai e fui embóra sem autorização deixando o meu RN no hospital e fui p a minha casa invadida q ficava 20 minutos dali a pé de onibus uns 7 minutos no outro dia quando retornei ao hospital fui chamada por uma assistente social de la mesmo ela disse q eu fui denunciada por abandono então eu a disse o q aconteceu ela foi até compreensiva por um lado mas disse q eu teria q comparecer no forum da penha, então eu fui mas n levei o meu RN c medo de eles me tomarem, fui só c 2 filhas muito bem festitinhas e penteadas n pq sou mae digo isso, mas sempre fui elogiada do jeito q educava e como eram aparentemente até parecia filho de gente chata, mas n era criadas por uma neguinha q ja havia passado por febem e morador de rua e fumadora de drogas, mas q após ser mãe se afastou de tudo isso e essa minha sinceridade foi q me prejudicou pois foi o q disse p uma assistente social quando ela disse q eu tinha q tomar um jeito na minha vida e cuidar melhor dos meus filhos, isso me revoltou, de verdade então a enxotei da minha casa bem brava e ela disse … vc vai ver vou mandar o juiz tomar seus filhos, eu ri dela e disse pode vim mas vem c a rota c a policia c tanque de guerra q eu queria ver, mas nem imaginava a encrenca q eu arrumei, bom o q ela prometeu ela fez com 7 dias ou uns 15 não me lembro bem, ai vem policia rota sei la nem sei o q veio, veio todo mundo e levaram meus filhos q na epoca eram 2 e RN eu sofri tanto q voltei p as drogas e o pai deles tbm mas, sempre estavamos nas visitas todas as visitas sempre presente, passou um tempo n me lembro em uma visita eu o pai deles e um irmao meu, c o distraimento de um funcionário abrimos o portão e fomos c os 3, p mim os filhos era meu né n sabia q era seguestro, c menos de uma semana os devolvi de volta p o mesmo lugar arrependida do que havia feito, e mesmo depois de tudo c 1 mes ou mais me devolverão meus filhos p mim eu parei c as drogas, fui morar em sao miguel, mas o pai deles n parou se viciou então c um tempo eu quis me separar dele, ele n aceitou entao sai de casa c a cabeça quente sem ter p onde ir c os meus filhos eu fui la na porta do abrigo onde fui criada c filha falei c o pessoal e disse q o pai deles tava tirando tudo de casa p vender p usar droga e pedi p deixarem minhas filhas la por 1 semana até eu me ajeitar por causa da escola e na epoca eu tinha tido mas 1 filho q ainda mamava mas q tinha 2 anos, no outro dia uma das tias do abrigo q nunca gostou de mim foi la e disse q ou eu tirava eles de la ou la n podia ficar sendo q do lado tinha uma casa de criança do lado da de adolescente o nome de la era casa taiguara b.vista s.p ela me aconselhou a deixar meu filhos em um abrigo por um tempo e depois tirasse eles quando eu tivesse melhor, mesmo n gostando dela tbm achei q o q ela me disse fazia sentido e concordei, foi a pior coisa q fiz pois já faz 4 anos q estão la, e faz 3 anos q eu n posso ver eles e por audiência eu perdi o poder pátrio, uma assistente veio aqui na minha casa e viu q eu morava em um quarto d pensão e ai ja n podia morar em lugar, assim p pegar as crianças, tentei explicar q só morava nesse quartinho pq é centro tudo era caro mas q morava aqui mesmo assim pq era 15 minutos a pé p o fórum de onde ta o caso de meus filhos, me perguntou de emprego eu disse q fazia bico porque n tinha como eu trabalhar fixo pelo motivo psicológico p perca dos meus filhos eu me tornei uma pessoa difícil de se conviver ela mandou procurar ajuda médica e eu fui, cara fiz tudo q pediram arrumei um advogado indicado pelo forum mesmo q me fez perder a guarda pq eu n tinha o interesse de me ajudar eu só vi ele no dia da audiência, dr. Aldo e só fiquei sabendo q perdi a guarda pq tive q ir atras dele p pergunta eu ainda perguntei n posso recorrer mas ele disse q nao o q q eu faço alguém pode me ajudar pelo amor de Deus eu, quero meus filhos pq quando eles fizerem 18 anos é tchau tchau p eles. hj estudo do no 2°ano do ensino médio e pretendo fazer direito.

    • Cristiane disse:
      08.08.2012

      Olá Cassia!

      Compreendemos sua situação, e acreditamos que deve viver momentos difíceis longe de seus filhos que são a razão de seu viver. A perda do poder familiar é algo grave e permanente, mas não se pode dizer que seja definitiva, pois pode recuperá-lo em procedimento judicial, de
      caráter contencioso, desde que comprove a cessação das causas que a determinaram.

      Com isso, é necessário que analise os fatos que deram causa a perda do poder familiar, ou seja, quais foram as considerações do Juízo para determinar medida tão enérgica, diante essa análise fazer cessar essas causas, comprovando que tornou-se digna de obter novamente o poder familiar e a guarda de seus filhos.

      Por exemplo, se um dos critérios para a perda do poder familiar foi o uso de drogas deve demonstrar que não é mais uma dependente química, se foi a falta de moradia e desemprego, deve demonstrar que voltou a trabalhar e que pode proporcionar a seus filhos habitação, alimentação, saúde e educação.

      Nem tudo está perdido há uma luz no fim do túnel, mas será necessário comprovar que mudou seu estilo de vida e que tem plenas condições de criar seus filhos. Tenha fé, força, coragem e determinação. Estamos a sua disposição para quaisquer esclarecimento.

  50. fabio lopes disse:
    15.08.2012

    Sim claro porque quando falamos em separação a preocupação e pelo o bem estar da criança e e o q não acontece casal fica um tentando ataca outro por intigas desnecessarias

  51. pedro disse:
    17.08.2012

    Boa tarde,

    Gostaria de esclarecimentos ao que vou relatar. Minha esposa recentemente, tentou suicídio, temos um filho de doze anos. Em caso de separação ela corre riscos de perda da guarda do garoto! Pasmem acho que uma pessoa que tenta tirar
    a sua própria vida na minha concepção tem coragem de matar uma pessoa, essa é minha linha de raciocínio. Penso

    • Fernanda disse:
      22.01.2013

      Olá Pedro,
      Lamentamos que esta situação tenha ocorrido.
      Quanto a guarda, tanto o pai quanto a mãe tem direitos iguais para pedir a guarda dos filhos.
      Aquele que provar mais capaz receberá a guarda, ou se de acordo, ela pode ser compartilhada.
      Você pode entrar em contato no tel(11)3578-6698 caso precise de nossos serviços que a orientaremos.

  52. Jéssica disse:
    18.08.2012

    Olé, eu tenho 18 anos tenho um namorado e uma filha com ele, mais moro na casa de meus pais, eu quero sair de casa pra tentar minha vida com ele, mais minha mãe mi ameaça, dis que si eu ir ela vai tirar minha filha de mim!!! O pai da minha filha é di familia umilde i ela dis que isso é um ponto a favor dela!! Quero saber si o que ela fala é verdade? Ela pode tirar minha filha de 1 ano e 2 meses de mim? Estou com medo presiso de uma orientação! Quero procurar a delegacia abrir uma queixa sobre ela, mais ñ sei si é serto!! Tenho medo de ela pegar minha filha a força!! POR FAVOR MI AJUDEM ESTOU DESESPERADA!!!

    • Cristiane disse:
      23.08.2012

      Olá Jessica!

      Você é maior e capaz, sua mãe não pode a força tirar sua filha, para isso ela teria de entrar com uma ação judicial e comprovar que os pais não possuem condições psicológicas, ou vivem uma vida desregrada, ou mesmo maltratam a criança, fora isso, dificilmente ela conseguira a guarda da pequena.
      Se o seu receio é que ele tome a criança de você, deve avaliar quais os motivos ela teria para isso? Pense, se você é uma boa mãe, tem condições e quer oferecer a essa criança amor, carinho, educação, convívio familiar, saúde… lembre-se nenhum desses quesitos faz referencia a quantidade de dinheiro que a pessoa tem ou deixa de ter, mas ao seu equilíbrio emocional em querer e lutar para proporcionar ao filho o melhor dentro de suas condições, assim, se você se enquadra nesses parâmetros dificilmente um juiz dará a guarda da sua filha a outra pessoa.
      Sua mãe não têm mais poderes para gerir sua vida, podendo fazer dela o que bem entender. Esperamos te-la tranquilizado, estamos a sua disposição no e-mail contato@advocaciatribst.com.br ou fone 3578-6698.
      Obrigada por visitar o nosso site, até breve!

  53. reinaldo nogueira vidigal disse:
    27.08.2012

    Sim. sou a favor da perda da guarda.
    Portanto, conheço um causa no lugar que morou muito triste,que o pai e mãe
    são cristãs.
    Os mesmos vâo para o templo e quando chegar não prestar muita atenção em seus dois filhos. ficou chateado, porque sou pai também e tenho muito cuidado com meu filho que é um otimo filho para me e para mãe. Logo, já vi um carro que ia matado o filho deste casal um dia. Vejo que as pessoas tem medo de denuncia,mais já falei para as pessoas da rua que morou Ser eu vê, que os pais desta criança não fazer nada para cuidar desta criança vou denuncia ao conselho tutelar,e vou levar as imagens da irresporsabilidade deste casal para todo lugar do mundo.

  54. EVERALDO R. SANTOS disse:
    25.09.2012

    NESTE CASO SIM …

  55. Andreia disse:
    11.10.2012

    Eu concordo se o dinheiro e p cuidar do filho.Tenho um caso assim o pai paga pensao a mae gasta o dinheiro e os tios materno cuida da crianca o paí q a guarda a cerca de 1 ano e ainda nao conseguiu cade a lei o dinheiro e da crianca

  56. Andreia disse:
    11.10.2012

    Sim. Meu marido ta pedindo a guarda da filha pois ele paga pensao a mae gasta o dinheiro e os tios maternos cuida.cade a lei no brasil se a mae nao aguenta criar entrega pro pai.

  57. Rosana disse:
    09.11.2012

    Concordo plenamente, tem que prevalecer sempre o que for melhor para a criança.

  58. Tatiana disse:
    22.11.2012

    Meu marido é muito grosso, estupido e vive gritando, quero me separar dele mais estou desempregada e tenho somente a casa da minha mãe para morar, gostaria de saber se peco a guarda do meu filho se eu me separar.

    • Fernanda disse:
      03.12.2012

      Olá Tatiana,
      Esta decisão é particular sua e deve ser pensada com responsabilidade. A questão financeira não é quem decide a guarda, pois o menor tem direito a pensão do pai para suprir todas as necessidades dele, caso a sra. não possa arcar no momento. Quando se recolocar em emprego, deverá ajudar no sustento.

      Para maiores informações entre em contato no (11) 3578-6698 ou cel. (11) 99250.1592 e lhe ajudaremos no que for necessário!

      Abraços!

  59. Paula disse:
    23.11.2012

    O que eu quero saber se eu perco a guarda se ele for do público para um particular?

    • Fernanda disse:
      14.02.2013

      Olá Paula,
      A perda da guarda é um processo complexo e não simples.
      Sempre que a mudança beneficiar os filhos a guarda é mantida. Ela só é questionada se a mudança for prejudicial.
      Mudar para uma escola particular, se for este o caso, provavelmente os beneficiará!

  60. sandramariadesouza disse:
    23.11.2012

    como eu faço para ter meus filhos de volta eles sao peguenos sao dois guri estao com minha mae ela toma remedios para depreçao comigo eles eram feliz oque eu posso fazer pra termeus filho prto do meu coraçao sandra de guaibars

    • Fernanda disse:
      14.02.2013

      Olá Sandra,
      Para reaver a guarda dos filhos é necessário ingressar com Ação de Guarda e Regulamentação de visitas.
      Somos especialistas na área e estamos prontos para ajudá-las, atuando em todas as cidades do Brasil.
      Caso deseje entrar em contato nosso telefone da sede em São Paulo (11)3578-6698.

  61. Aline Alessa Barcelos de Brito disse:
    29.11.2012

    Gostaria de uma orientação… Meu filho de 11 meses está numa casa de passagem devido a um ocorrido envolvendo um médico e eu no hospital público da cidade onde moro Alexânia Goiás. O caso é q meu filho rolou da cama e caiu isso aos 8 meses e meio, chamei o samu fomod ao hospital, e lá o médico nos deixou em observação por 1 dia , graças a Deus meu filho hj ne na época não teve nada, mas nesse dia eu briguei com o médico e o desacatei, então ele chamou o conselho tutelar e afirmou que eu não estava em condições psicológicas para criá-lo no momento, fui à promotoria da cidade e o promotor analisou minha vida e disse q eu teria q passar por um tratamento psicológico e contratar uma babá para me ajudar com meu filho. Mas eu disse q não podia pagar uma babá pois sou mãe solteira e minha família é quem me ajuda finaceiramente , pois já perdi pai e mãe. então ele deixou minha irmã q mora em brasília levar meu filho por enquanto até q eu terminasse o tratamento, só q eu e ela nos desentendemos e ela não queria mais deixar eu ver meu filho , então fui até o promotor e pedi á ele q minha irmã trouxesse meu bebê de volta e aí ele foi p/ casa de passagem pois eu não tenho babá e estou em tratamento que inclusive está terminado. A juíza pediu a PIA e relatório do conselho tutelar da cidade para ver o meu caso e agora ? vou perder a guarda do meu bebê?

    • Fernanda disse:
      23.05.2013

      Boa tarde sra. Aline,
      Sinto muito que esteja passando por esta situação.
      Mas somente o juiz e seu advogado para saber se você irá perder a guarda ou não.
      Orientamos você a buscar um profissional de sua confiança.
      Agradecemos o contato.

  62. Guaraci disse:
    11.12.2012

    Bom Dia gostaria de saber como faço para entrar na justiça contra meu próprio filho não convivo com a mãe deles a muito tempo ela saiu de casa é deixou eles quando eles eram de menor com o tempo no mesmo quintal eu fiz uma casa de altos e baixos n parte de cima era os quartos mas como eles estava casado é morando longe eu não tinha preocupação mas ele arrumou uma confusão aonde ele morava então eu resolvi deixar ele viver na parte de cima onde era os quartos ,mas sempre avisei para ele construí uma casa ele nunca construí essa semana ele me afrontou com sua atual esposa então eu quero tirar ele da casa como faço

    • Fernanda disse:
      22.01.2013

      Olá Guaraci,
      Sendo seu filho maior e capaz, você pode inicialmente registrar um boletim de ocorrência. Pode registrar toda vez que uma ameaça ocorrer. Isto servirá como prova caso haja um processo judicial. Os vizinhos também servem de testemunha. Parentes não são indicados para testemunhas.
      Sendo o sr. o proprietário do imóvel, com documentos que comprovem isto, poderá simplesmente deixá-lo para fora da residência.
      Aconselhamos o sr. a conversar com ele e a esposa, porém sendo sua a residência, quem deverá processá-lo é seu filho, caso deseje provar que parte da residência é de sua propriedade.
      Caso deseje, estamos à disposição nos contatos F: (11) 3578-6698.

  63. maria de fatima pinto bastos disse:
    17.12.2012

    concordo plenamente , só que tenho um caso parecido na familia, o pai é um inresponsável, não está nem ai para o filho , só porque é milionário se acha com direito de implicar com a mãe, que morre de trabalhar para educar a filha com dignidade, nos dias que o pai fica com a filha que é de 15 em 15 dias vai dormir com o pai e a menina vai com a babá de confiança da mãe ele o pai deixa a filha na casa de um amigo também milionário numa mansão perto da praia e sai para farrear só chegando no outro dia, qual é o amor que esse pai tem por essa filha? ainda chega e rebola a menina dentro da piscina a menina doente , com atestado do médico dela pediatra como é que pode?

    • Fernanda disse:
      22.01.2013

      Olá Maria de Fátima,
      Entendo sua indignação. Mas somente quem pode tomar atitudes contra este comportamento do pai é a própria mãe, com ação própria, através de advogado.
      Caso deseje, entre em contato conosco agora no F:(11)3578-6698.

  64. sol lopes disse:
    17.12.2012

    oi gostaria de sabe eu mim separei faz dois anos e tenho duas filhas a maior ficou com o pai e a menor ficou comigo ,agora entrei com o divocio e ele ja falou que vai fazer de tdo pra tira ela de mim pq eu ja estou morando com meu namorando o que devo fazer grata a sol

    • Fernanda disse:
      09.01.2013

      Olá Solange,
      Agradecemos o contato.
      Após o divórcio muito ex-marido ou ex-mulher ameaça constantemente o ex sobre tirar a guarda do filho/a. Estas ameaças não devem perturbar o pai ou a mãe que cuida da criança. Se você estiver oferecendo amor e carinho, frequentando reunião escolar da criança, levando ao médico quando doente, cuidando da alimentação e tudo o que um pai ou mãe faz NÃO HÁ o que temer. Guarde as notinhas e comprovante de tudo isto. Caso ele ingresse com uma ação você já terá todos os documentos provando a boa mãe que é.
      Importante destacar que a quantidade financeira (salário) não é o que define a guarda do filho! E sim o cuidado e equilíbrio familiar do menor.

  65. Núbia SIlva disse:
    18.12.2012

    Não. O filho precisa do amor da mãe e a mesma pode ter tido razões financeiras para retirar o menor de uma escola privada para uma pública. Se a criança se dá bem e gosta da companhia da mãe jamais deveria ter perdido a guarda.

  66. 27.12.2012

    Concordo e vivo uma situação idêntica. É triste ver mães que deixam para os filhos as migalhas da pensão. Estou numa questão judicial de alteração de guarda, e esse é um dos motivos. Vocês poderiam me enviar a decisão que concedeu essa guarda mencionada? Um abraço. Leandro.

    • Fernanda disse:
      14.02.2013

      Olá Leandro,
      Agradecemos o contato. Como os processos são segredos de justiça não podemos expor as decisões, porém seu advogado disponibiliza do acervo próprio dele.
      Caso deseje nossos contatos ligue F: 3578-6698

      Boa sorte!

  67. claudia disse:
    03.01.2013

    concordo plenamente, pois esta maneira antiga de achar que o melhor para a criança é ficar com a mãe já esta ficando ultrapassada

  68. Walmir Antonio de Oliveira disse:
    08.01.2013

    Bom dia.
    Sim eu concordo,pois ela está privando a criança de um direito garantido por lei,para usar o dinheiro em beneficio próprio,supostamente prejudicando o desenvolvimento intelectual da criança.

    Gostaria de tirar algumas dúvidas tambem,e já me desculpando por aproveitar desse momento.

    Tenho uma neta de quatro anos e meio,e que mora comigo,com minha esposa e minha filha mais nova,essa neta foi criada por nós desde os quatro meses de idade,pois minha filha mais velha que é a mãe da menina morava com os avós paternos da menina e com o pai da menina,e tinha um relacionamento conturbado com eles,pois o pai da menina é usuário de drogas e acabou se separando dele e voltou a morar em minha casa.
    O pai da menina,foi internado em uma casa de recuperação,mas não ficou muito tempo,saiu sem se recuperar,os pais dele chegaram a dar algumas vezes uma pensão que se referia a mensalidade escolar da menina,porém já faz varios meses que não paga mais,pois ele diz que está desempregado e os pais dele tambem,sendo assim não tem condições de pagar.
    Minha neta mudou de escola (creche),estuda agora em uma creche publica e muito boa por sinal.
    Quanto á minha filha,mãe da minha neta,começou um ralacionamento com um outro rapaz,que a principio parecia ser uma otima pessoa,porém recentemente descobri (ele mesmo me confessou)ser usuário de maconha.
    Minha filha está gravida dele e dificilmente aparece em casa,entre esses dois relacionamentos sempre deixou a menina em segundo plano,saia pra balada e voltava de madrugada(quando voltava).
    Essa semana minha filha levou a minha neta pra casa desse namorado com quem está á aproximadamente um ano,ele tem 26 anos e mora com a mãe dele e com a irmã,a mãe está com cancer e até onde eu sei,está desenganada pelos médicos,ele começou a trabalhar a mais ou menos um mes,e minha filha está afastada do trabalho e segundo ela mesma,sem remuneração,apesar de não saber se posso acreditar nela,pois ela mente muito.
    Como estamos acostumados com a menina aqui em casa,pois como eu disse,criamos nossa neta desde os quatro meses,e ela agora está com quatro anos e meio,fui até a casa do namorado dela pra saber da menina,e quando perguntei quando ela iria voltar,minha filha me respondeu que minha neta não voltaria mais,que estava se mudando para a casa da mãe do namorado e a minha neta ficaria com ela dali em diante.
    O que quero saber,é se tenho alguma chance de pedir a guarda da minha neta,pois eu minha esposa e minha filha mais nova,criamos e cuidamos,sempre demos tudo que a menina precisou,sempre fui eu quem levou e buscou na escola,sempre fomos nós que levavamos a menina pra passear,em parques,no shopping,bosque,etc,a mãe da menina sempre foi ausente,quando vinha para casa,não dava atenção pra menina,não brincava e pouco conversava com ela.
    Agora como levou a menina embora,começaram a paparicar pra que a menina não queira voltar,mas eu temo que isso seja somente pra convencer a familia dele que ela é uma boa mãe,coisa que nunca foi.
    O motivo da minha filha sair da minha casa sempre foi bem claro,minha casa é uma casa simples,com quintal e calçada de terra,não está terminada e é bem humilde,eu não ganho bem,na verdade fiquei desempregado á dois meses,minha outra filha está trabalhando e eu faço alguns bicos que me dão um pagamento razoavel,porém nunca faltou absolutamente nada pra minha neta,nem material e nem afetivo de nossa parte,sempre fizemos(eu,minha esposa e minha filha mais nova)e demos todo o necessário para o bem estar da menina.
    Por tudo isso,pelo pai biologico ser usuário de drogas,pela conduta da mãe da menina ser esta que eu citei,e pelo namorado dela ser tambem usuário de maconha,eu tenho alguma chance?
    Ficarei Muito grato se me responder,pois não sei o que fazer,temo muito pelo bem estar da minha netinha,que eu tão bem cuidei esse tempo todo,e estou muito angustiado pela falta que ela está me fazendo…por favor me ajudem.

    Muito obrigado.

    • Fernanda disse:
      09.01.2013

      Olá sr. Walmir,
      Agradecemos o contato e a opinião sobre o texto.
      Sentimos muito que esteja passando por esta situação, bem como sua neta. Desejo que tudo se resolva da melhor maneira.
      Quanto a sua questão “O que quero saber,é se tenho alguma chance de pedir a guarda da minha neta”: Sim, os juízos autorizam sim a guarda aos avós da criança, fixando visitas ao pai e a mãe em dias diferentes, quando é o caso. Pelo relatado o sr. tem muitas provas de que é o pessoa apropriada para continuar a criar. Basta juntar todos os documentos para que seja provado isto no processo. Estamos à disposição para orientá-lo neste processo, caso queira nos visitar traga os documentos e olharemos com cuidado F:11) 3578-6698 / cel. (11) 99250.1592.

      Leia nosso texto em que os avós ganham a guarda da neta: http://www.advocaciatribst.com.br/2011/06/27/avos-ganham-a-guarda-do-neto-e-a-mae-contesta-a-decisao/

      Obrigada!

  69. Djalma disse:
    08.01.2013

    Achei insuficiente o motivo que levou a perda da guarda no caso concreto.Acho que a transferência da escola particular para a pública não é motivo, por si só, para decretar a perda da guarda do filho.

  70. Walmir Antonio de Oliveira disse:
    10.01.2013

    Bom dia Fernanda.

    Obrigado por responder tão prontamente a minha questão,com certeza me deixou mais calmo.
    Por gentileza,quais são os documentos de que preciso?
    Tenho testemunho de vizinhos,que nos conhecem e que poderiam ajudar,posso tentar o testemunho dos funcionários da escola tambem,pois eles sempre me viam levar e buscar minha neta,não sei se é válido o testemunho de parentes,nesse caso,meus irmãos tambem.

    Obrigado.

  71. Adriano disse:
    13.01.2013

    Boa noite!

    Tenho um filho de 3 anos que mora com a mãe dele, me separei dela quando ainda estava grávida, mas desde quando meu filho nasceu sempre dei a total assistência, sempre fui um pai presente. Quando ele nasceu ela disse que não queria nada de mim, que não queria pensão, mas nunca me impediu de ver o meu filho, e nesta época minha vida estava super difícil, mas mesmo ela dizendo que não queria pensão, eu entrei na justiça para pagar e ter os meus dias e horários definidos para ver o meu filho, e também porque eu havia ficado com o apartamento que morávamos e ela teria direito a metade do que já havia sido pago (pois era financiamento) ou poderia ficar no apartamento se ela quisesse, mas ela não quis o apartamento e quis a parte dela em dinheiro.
    Então foi definido na audiência que eu pagaria pensão alimentícia (30% do meu salário), pagaria metade do apartamento pra ela (do que já havia sido pago juntos), pois como eu disse acima, ela não quis ficar no apartamento e até o meu filho completar 1 ano e meio eu só poderia vê-lo aos domingos na presença da mãe (sendo que no dia da audiência o meu filho só tinha 10 meses), a partir de 1 ano e meio seria do mesmo jeito, a única coisa é que eu poderia pegar ele meio período do dia e sair para passear, sem ela estar presente e só depois dos 2 anos eu poderia pega-lo de 15 em 15 dias para pernoitar, e em feriados seriam alternados.
    O problema é que quando o meu filho tinha 6 meses, a minha ex mulher foi morar em outra cidade ( a 220 km da onde moro) com ele. E com isso ficava muito complicado de eu ver meu filho de 15 em 15 dias, eu ia somente 1 vez por mês, pois é muito caro para ir na cidade onde ele mora. Mas, nunca deixei de ligar para saber dele, e como a mãe dela mora aqui, ela vinha pra cá alguns fins de semana (mas era coisa de vir 1 vez a cada 2 ou 3 meses), mas sempre que ela vinha, deixava eu ver o menino.
    A quase um ano ela começou a namorar um cara daqui da cidade onde moro e começou a vir pra cá, todos os fins de semana, e todos os fins de semana deixava o menino comigo na sexta noite e só pegava ele no domingo a noite, mas quem oferecia para eu ficar com ele era ela, e eu jamais vou negar de ficar com o meu filho, pois eu não saberia quando iria vê-lo de novo, devido ele morar longe e eu já tinha ficado muito tempo longe. E quando ela vinha namorar, ela nem ligava para saber se o menino estava bem e desligava o celular. E na hora do menino ir embora com ela, ele chorava e gritava que não queria ir com ela que queria ficar comigo. Depois que ela pegava ele umas 20:00hs no domingo, o namorado dela levava ela na rodoviária da cidade vizinha, para ela pegar o ônibus 22:30hs para ir embora com o menino, e chegava em casa quase 2:00hs da manhã. Eu ficava super preocupado dela sair aquela hora com o menino. Mas, eu não podia falar nada, pois como era muito caro para eu ir na cidade dela ver o meu filho, se eu falasse alguma coisa ela não deixaria mais ver o menino quando estivesse na minha cidade.
    Depois de alguns meses, acho que ela percebeu que o menino não queria mais ir com ela, começou a deixar o menino comigo somente nos meus dias e quando deixava.
    Em novembro do ano passado teve uma feriado no dia 02 e outro no dia 15, e no dia 02 ela ficou com o menino, então eu falei que pegaria ele no dia 15, pois foi o determinado pelo juiz, um feriado com a mãe e outro com o pai, foi então que ela me disse que no dia 15 ela já teria compromisso marcado com o menino e que se eu quisesse ver ele poderia ver no fim de semana antes, e para eu não ficar muito tempo sem ver o meu filho eu aceitei. Passou-se o feriado do dia 15 (quinta-feira), no domingo (18/11) eu estava no posto de gasolina próximo a saída da cidade, quando eu vi o carro do namorado dela parado no sinal, saindo da cidade, então vi que ela e o meu filho também estavam dentro do carro. Mas como eu já tinha ficado com ele no fim de semana antes, eu não poderia falar nada.
    Depois fui vê-lo no próximo fim de semana na cidade dele.. e depois de 15 dias eu poderia vê-lo novamente, mandei e-mail para ela dizendo que iria vê-lo no sábado, foi então que novamente ela me disse que já tinha compromisso marcado que se eu quisesse ir vê-lo no fim de semana depois poderia, mas que naquele (que era o meu dia) eu não poderia. Então fui até a delegacia da minha cidade, com o e-mail dela e fiz um BO de que ela não me deixou ver o meu filho no meu dia de vê-lo.
    Fiquei então do dia 24/11 até o dia 29/12 sem ver o meu filho, por impedimento dela.
    Então no dia 21/12 eu sei que ela veio para minha cidade, mas como ela iria passar o natal com ele, eu não poderia pega-lo. Peguei ele no dia 29/12 e quando liguei pra ela para combinar (que foi um sacrifício ela me atender) ela pediu que eu pegasse o meu filho no bar do namorado dela (eu já sabia que ele tinha um bar, mas eu não imaginava que o meu filho frequentava esse bar com ele), fui ao 12:00 hs do dia 29/12, o bar estava vazio. Como ele esta de férias do dia 21/12/2012 até o dia 28/01/2013, eu fiquei 15 dias com ele. Entreguei ele a mãe dele hoje (12/01/2013) e no bar, só que dessa vez era 19:00 hs e o bar estava lotado de homens bebendo e ela ficou com o meu filho lá, e para minha surpresa, a hora que o meu filho entrou dentro do bar ele cumprimentou todo mundo, sabia o nome de cada pessoa que estava la, e para ele saber, ele frequenta la a muito tempo.
    Hoje eu moro junto com uma pessoa, me casarei ano que vem e o meu filho adora ela e vise versa.
    Sabendo que o meu filho fica dentro de um bar com a própria mãe, eu tenho chances de pedir a guarda dele?
    Que provas preciso ter?
    E se caso eu possa ganhar a guarda, eu posso pedir diante o juiz, que quando ela pegar o menino nos dias dela, que ela não leve o menino no bar do namorado?
    Eu não tenho dinheiro para pagar um advogado, estou pensando em pegar um na OAB, se ela pagar um advogado particular é mais difícil de eu ganhar a causa ou isso não interfere?

    Obrigado.

    • Fernanda disse:
      22.01.2013

      Olá Adriano,
      Agradecemos a sua participação. Muitas pessoas como você passam por situações complexas e delicadas de guarda e visitas.
      A guarda sempre pode ser mudada a qualquer tempo. Quem provar que possui melhores condições psicológicas e estáveis para cuidar da criança, poderá obter a guarda judicialmente. A questão financeira não é a base desta decisão, pois a questão financeira trata-se da pensão alimentícia.
      Para saber suas reais chances, somente uma profissional da área de família com documentos em mãos e sua visita pessoal poderão te orientar.
      Caso queiram nos consultar, estamos à disposição nos contatos: (11) 3578-6698 /cel. (11) 99250.1592

  72. Eduardo disse:
    15.01.2013

    Sim, se a genitora usava o dinheiro para outros fins sem justificativa plausiva, nada mais justo que o genitor assume a guarda da criança. Neste caso fica visivel a má fé e os maus constumes enganando assim o ex-conjuge sendo um mal exemplo para a criança.

  73. RAQUEL DOS SANTOS disse:
    19.01.2013

    Realmente ela errou, mas seria preciso ir a fundo em saber os motivos que fez tomar tal atitude e ainda obriga-la a pagar pelo seu erro. Tambem nao fala quanto tempo ele ficou estudando em escola publica.
    Deve ser analisado a vontade da crianca ainda que tenha acontecido isso, levar em consideracao tambem quanto tempo a crianca ja mora com a mae. Porque na hora de fazer os dois se entenderam. Acho tambem que antes de envolver o judicial teriam que resolver tudo familiarmente.
    Essa mae nao e boba e com certeza ira recorrer aos seus direitos.

  74. Natalia disse:
    24.01.2013

    Acredito que há pouca informação para avaliar este caso. O dinheiro é suficiênte é o que ele diz, mas a inflação tem aumentado e as despezas com alimentação e vestuário tem aumentado, além de uma possível necessidade de deslocamento após a separação. É impossível ser justo nesta decisão apenas com esta informação.
    Tenho uma dúvida, um não guardião pode iniciar tratamento psicológico numa criança, cujo o guardião já levou a tratamento igual e o profissional responsável deu alta informando que a criança não tem esta necessidade? Em caso negativo, como proibir este profissional de dar continuidade ao tratamento? (o direito de visita do não guardião é assistida, mas a baba não consegue impedir o não guardião de fazer o que ele quer.)

    • Fernanda disse:
      14.02.2013

      Olá Natalia,
      A informação é pouco sim.
      Quanto as decisões sobre a criança elas devem ser feitas em conjunto com os pais, pois ambos devem educar.
      No caso de insistir a discordância, valerá a princípio, a decisão do guardião.
      Caso o não-guardião discordar desta decisão ele pode ingressar na justiça através de advogado pedindo que o juiz autorize esta decisão, por exemplo, que o filho/a faça acompanhamento psicológico. Assim ele junta alguns documentos e o juiz irá decidir.
      Porém o ideal é que os pais entrem em um consenso, pensando o que é melhor para o fiho/a? Uma vez por semana ir ao um psicólogo infantil de qualidade é prejudicial à criança?
      E assim vão decidindo cada item que vai surgindo.
      A babá não pode impedir e nem deve. Tudo deve ser feito legalmente, através de advogada/o.
      Caso precise de mais informações contate-nos F:3578-6698

  75. mauro disse:
    25.01.2013

    BEM MEU NOME É MAURO ! A MINHA HISTORIA É MEIO COMPLICADA MAS FAREI O POSSIVEL PARA SER MAIS CLARO POSSIVEL !

    EU TIVE UM RELACIONAMENTO COM UMA MULHER QUE JA TINHA 4 FILHOS DE UMA OUTRA UNIÃO QUE ELA TEVE !

    COM ELA TIVE UAM MENINA QUE TEM SINDROME DE WEST !

    EU NÃO MORA DESDE MAIO COM ELA MOTIVO ELA NÃO QUER EU FALANDO COM OS FILHOS DELA QUE SÃO BASTANTE MAL CRIADOS !

    EU DOU TUDO A MINHA FILHA REMEDIOS ,CONVENIO , ESOU PRESENTE EM TUDO MEDICO FISIOTERAPIA E EXAMES

    EU AJUDO A CASA DELA COM O ALUGUEL E O GAS E ELA RECEBE A AJUDA DO GOVERNO PELA MINHA FILHA

    AGORA ELA A MÃE RESOLVEU QUE QUER TRABALHAR E QUER DEIXAR MINHA FILHA QUE PRECISA DE ATENÇÃO DIARIA COM UMA VIZINHA QUE NEM SEI QUEM É ! ALEM DISSO ALEGA QUE PRECISA VIVER SUA VIDA E SAI DEIXA MINHA FILHA NÃO SEI COM QUEM E OS FILHOS DELA TRANCADOS EM CASA !

    ESTOU MUITO PREOCUPADO COM MINHA FILHA E PENSO EM PEDIR A GUARDA DE MINHAA FILHA ! TENHO EMPREGO FIXO MINHA CASA TEM UM GUARTO SÓ PARA ELA E MINHA MÃE JA SE DISPOS A ME AJUDAR COM OS CUIDADOS COM MINHA FILHA !

    A CASA DA MÃE DA MINHA FILHA É TOTALMENTE INSALUBRE MINHA FILHA JA ADGUIRIU UMA BRONQUITE POR CAUSA DISSO ! ALEM DISSO ELA DORME EM UMA CAMA COM A MÃE E MAIS UMA IRMÃ ! EM 2 COMODOS MUITO MAL ACABADOS !

    POR FAVOR ME DIGAM SE TENHO CHANCES DE TER A QUARDA DA MINHA FILHA E QUE CAMINHO DEVO SEGUIR !

    MUITO OBRIGADO

  76. claudia disse:
    27.01.2013

    nao concordo nao ,pq quem mais sobre somos nos que caregamos por nove messes nossos filho na barriga ,e a maioria dos homens nos trocam por outra mulher nos trai e ainda fica com a guarda ,se a mae cuida bem da criança e ama ,nao tem o pq ,perder a guarda ,

  77. carlos augusto dos santos disse:
    28.01.2013

    eu sou pai e estou na mesma situação poriço eu concordo

  78. zaira disse:
    30.01.2013

    sim o dinheiro é para custear as despesas dele, não como cisas supérfluas .

  79. renato henrique lourenço rola disse:
    31.01.2013

    tem muita mãe que quer levar filhos para outro município, não trabalha, bate faz a criança perde aulas etc…

  80. vanesss disse:
    05.02.2013

    eu concordo siim!

  81. Denise disse:
    05.02.2013

    sim pois e um direito da criança ela ñ deveria ter feito isto sem autorização do pai a final ele e pai e tem os mesmos direitos que ela!!!

  82. Gabriela disse:
    06.02.2013

    Oii gostaria de saber se quando a mãe perde a criança para o conselho tutelar porque ambas estavam em “risco”, como que a ma~e consegue ter de volta sua filha? Sendo que a mãe mora em outra cidade…

    • Fernanda disse:
      15.02.2013

      Olá Gabriela,
      A mãe precisará visitar o conselho tutelar de sua cidade, pedir que alguém acompanhe ela e comprove que está reabilitada para retomar a guarda da filha.
      Depois ingressar com procedimento para comprovar isto ao promotor da infancia e juventude.
      Fotos da nova residencia, salario, testemunhas e muito mais ajuda a comprovar a estabilidade da nova vida da mãe.
      Boa sorte!

  83. izabel ramos disse:
    12.02.2013

    oi boa tarde gostaria de saber se posso perde a guarda da minha filha o pai nunca me ajudou e a gravidez toda perdiu pra eu tirar agora que minha filha nasceu ta com dois mes ele que tirar ela de mim e tenho grande suspeita que ele e pedofilo me ajude obrigado

    • Fernanda disse:
      14.02.2013

      Olá Izabel,
      Raramente um bebê que mama é tirado da mãe. Mas o pai tem direito a visitas, sem dormir.
      Para o pai regularizar este direito precisa ingressar com uma ação de Regulamentação de Visitas através de advogado.
      A guarda será da mãe caso esta comprove que é uma boa mãe, que cuida da saúde, leva ao médico, faz papinhas, troca, amigos, vizinhos podem ser testemunhas, fotos e muitas outras.
      No caso de suspeita de ameaça sexual ligue e denuncie DISQUE 100

      Para saber mais sobre o assunto lei a matéria: http://www.advocaciatribst.com.br/2013/01/09/abuso-ou-ameaca-de-abuso-sexual-de-criancas-adolescentes-e-filhos-saiba-o-que-fazer/

  84. liciniamalho disse:
    16.02.2013

    Nao concordo com eta decisao pois o valor de pensao de alimenos nao chega para tudo o que necessario para cuidar de um filho todos pensam que estao a dar dinheiro as maes e a luta de todos mas os pais que nao tem a guarda deviam dar valor a mae ou opai que tem a guarda pois custa muito criar um filho sozinho mesmo com alguma ajuda financeira pois o dinheiro nao e tudo

  85. Devanildo azeredo dos santos disse:
    17.02.2013

    sou tio, qerem da guarda do meu sobrinho, pois a guarda provissoria esta com minha mãe que a vó , sou autonomo isso interfere

    • Fernanda disse:
      25.02.2013

      Olá Devanildo,
      Sua pergunta não está clara. Todavia saiba que a profissão de autônomo não interfere no pedido de guarda.
      Pensão e guarda também não se misturam.
      Até!

  86. Ana Clara disse:
    18.02.2013

    Olá gostaria de saber em qual caso uma pessoa pode processar a outra por abandono afetivo?

    • Fernanda disse:
      25.02.2013

      Olá Ana,
      O caso do abandono afetivo não está na lei, mas em julgados.
      Julgados são decisões do tribunal a respeito de um assunto.
      Assim não há requisitos para o abandono afetivo, cada caso deve ser analisado individualmente.
      Geralmente diz-se abandono afetivo entre pais e filhos.

      Se precisar de nossos serviços entre em contato F:3578-6698

  87. Marinez José dos Santos disse:
    24.02.2013

    Sim. A maioria das mulheres
    aproveitam a situação para extorquir o pai da criança. A exemplos, temos pessoas cheios da grana que pagam uma fortuna como pensão.

  88. Samuel disse:
    26.02.2013

    Concordo com a perda sim,

    embora a lei dos direitos da criança e do adolescente vigorem rigorosamente em nosso país, vale ressaltar que o unico ponto visto numa separação é o valor da PENSÃO, porque aqui no Brasil virou moda virou negócio NÃO GENERALIZANDO, mas uma boa parte das mulheres engravidando para poder se sustentar da pensão dos filhos prova disso que em nenhum caso vemos comprovantes das despesas dos filhos na mesa.
    Juiz nenhum opta em levantar historicos do motivo da separação o pq que levou a essa situação para depois se decidir com quem é a melhor opção sobre o exercicio da guarda, geralmente a parte que solicita tal separação ja se encarrega de descrever tudo o que quer que aconteça.

    Na minha visão a mãe pode ate ficar com a guarda da criança, mas deverá fazer juz a isto, Pois na maioria dos casos as proprias mães que se dizem amar os filhos usam os mesmo como armas contra o pai em todos os ambitos dificultando visitas, não deixando a criança mais tempo com o pai, nao permitindo visitas fora de horario estipulado. Uma mae que se porta dessa forma jamais deveria ter a guarda da criança, privando a criança do contato paterno.

    Por outro lado o Pai que nao fez e que nao faz o seu dever como cabeça da casa , que traiu , que violentou , que rouba usa drogas não da bom testemunho ao seus filhos ….. este sim deve ser repudiado do convivio com os filhos devendo assim ter rigor com a Lei.

  89. Talita disse:
    03.03.2013

    nao, eu nao concordo. exeto alguns casos ninguem cuida melhor da sua cria do que a mae. ela deve ter tido os problemas dela, foi errado isso foi mas nao se tira o filho de uma mae.

  90. Fernanda disse:
    27.03.2013

    sim

  91. brenda ferreira dantas disse:
    01.05.2013

    nao cocordo pois o pai so queria uma jutificativa para acusala a mae o pai nunca e como amae que gerou um filho na barriga.

  92. Jefferson Eduardo dos Santos disse:
    17.05.2013

    Sim, eu concordo da mãe perder a guarda, estamos em um mundo novo, onde mulheres encontraram novos espaços, e com isto homens também o direito de assumir muitos papeis familiares, ou seja, de até “mãe”, assumindo assim a criação e educação do seu próprio filho. Desta forma, direitos iguais.

  93. Adna Carla Maria Gomes disse:
    18.05.2013

    18/05/2013 Guarulhos-SP

    Concordaria se nos caso ambas partes fosse acompanhados pelo psicólogo e um psiquiatra porque neste caso sempre quem passa pelo psicólogo é a criança/adolescente e não os genitores sendo que os conflitos são gerado por partes dos genitores e não da criança/adolescente, com finalidade de saberes a dinâmica do bom sensos do acordo e da importância deste poder que a família tem o respeito e a garantia deste direito dos genitores e a não violação do direito da criança/adolescente de ter ao seu lado os genitores .

  94. juliana disse:
    20.05.2013

    O pai do meu filho hj com 9 anos tem a guarda provisoria dele, antes de completar um ano que ele estava com a gurada provisoria eu e o pai voltaos a morar juntos.
    Já faz 8 meses que estamos tdos juntos quero saber se nesse caso a guarda provisoria ainda é valida, e como faço para anular esa guarda?

    Desde ja agradeço

    • Fernanda disse:
      03.06.2013

      Olá Juliana,
      Se vcs voltaram a morar junto não há que se falar na guarda provisória, a guada será dos dois.
      Caso se separem novamente, aí sim providencias deverão ser tomadas.
      Abraços
      tel. escritorio (11)3578-6698

  95. Elayne Ferreira disse:
    23.05.2013

    Olá !
    Tenho um filho de 3 anos e já a exatos 2 anos o pai biológico simplesmente deixou de ligar e vir visita-lo. Nesse caso ele perdeu o poder familiar ? Nunca fomos casados e nunca moramos juntos, mais também nunca o proibir de ve-lo quero saber como recorrer já que ele mesmo se afastou quero mante-lo distante, posso pela lei? Estou casada a 2 anos ,então meu filho nem lembra do pai biologico,pra ele o pai é meu esposo.Aguardo resposta.

    • Fernanda disse:
      03.06.2013

      Olá Elayne,
      Não os pais não perdem o poder familiar a não ser por processo em razão grave como maus tratos etc.
      O pai ou a mãe mesmo que afastado e desaparecido por anos sempre poderá requerer o direito de visitas até que o menor complete os 18 anos.
      Após isto será decisão do seu filho recebê-lo ou não.
      Alerto a sra. Elayne que é muito arriscado não contar a realidade para seu filho pois quando ele crescer, a maioria deles vão descobrir a realidade.
      O seu atual marido poderá pedir a guarda alegando a convivencia e ter criado como filho, mas o pai biológico não pode ser mentido.
      Boa sorte,
      Caso precise de nossos serviços (11)3578-6698

  96. angela maria da silva disse:
    27.05.2013

    pergunta:
    a mãe tem a guarda das duas filhas, venderam o apartamento e dividiram o dinheiro. O pai comprou um terreno, a mãe foi morar com o pai e com uma tia, pois quer ir viajar para a Turquia dizendo que irá para trabalhar, usando o dinheiro pra isso e não comprou outro imóvel para ela e as filhas. Ela queria levar as meninas, mas o pai se não permitiu. Ela está indo para la e deixando as filhas com o pai e a tia sem avisar para o pai das meninas. O avô diz que ela deixou a tia como responsável. O pai pode entrar na justiça e requerer a guardar???

    • Fernanda disse:
      03.06.2013

      Olá Angela,
      A guarda é um direito que sempre pode ser reclamado e por isto o pai pode sim, a qualquer momento pedir a guarda na Justiça.
      Se precisar de nossos serviços entre em contato (11)3578-6698

  97. Alice disse:
    28.05.2013

    Boa tarde,

    Tivi uma relação de 1 ano e meio com um rapaz com quem trabalhava, ele tinha namorada e nesse periodo que ficamos juntos acabei engravidando.
    Não confio na integridade do meu filho com ela e ele não entra em acordo comigo para manter nosso filho perto dela.
    Falei com ele que se quiser pode pedir a guarda pq não vou deixar ele sair com a criança sozinho.
    Quais são as possibilidades de que ele consiga?
    Lembrando que sou solteira não tenho residencia fixa e estou sem trabalhar para cuidar da criança.
    ele esta casado e tem emprego e residencia fixa.

    • Fernanda disse:
      03.06.2013

      Olá Alice,
      Sinto muito que esteja passando por isto.
      Lembrando que a condição financeira está ligada a pensão alimentícia, o que é diferente da guarda e da visita.
      Não temos como predizer o que ocorrerá, cada caso é um caso e é necessária uma longa conversa para te orientarmos neste sentido.
      Caso precise de nós entre em contato (11)3578-6698

  98. cinthia disse:
    01.06.2013

    olha estou vivenciando um problema e nao sei como fazer , meu namorado esta com a guarda provisoria do filho de 4 anos a mae da crianças vem as vezes e quando vem pega o menino sem qualquer aviso, ja faz quase um ano que estamos com ele, e ela veio umas 6 vezes visita-lo nunca deu nada para ajudar com os gastos do menino…
    quando ela se casou d novo entregou o menino alegando nao ter condiçoes de ficar com ele, mas quando ela quer chatiar vem e leva a criança, quando nao quer mais entrega de volta o menino chega sem um pingo de educação fazendo muita birra.
    aqui onde morro nao tem juiz para decidir o caso o que faço?

    • Fernanda disse:
      03.06.2013

      Olá Cinthia,
      Esta questão pode ser resolvida através de um processo de guarda e visitas.
      Pode ser consensual ou litigioso.
      Que lugar vc reside? Em todos os locais há sim um juiz.
      Se precisar de nós entre em contato (11)3578-6698

  99. sim. o dinheiro é apenas para ser usado no beneficio da criança disse:
    02.06.2013

    estou sendo acusada injustamente por meu ex marido por maus tratos, pois nao aceita o fato de eu pedir o divorcio e usa os meus filhos para me atingir, tanto eu quanto ele, cuidamos muito bem das crianças, (nao tenho queixas de seus cuidados somente que quase nao vem ver os filhos e deixa muito a desejar na questão dos pagamentos, ja se fez necessário acionar a justiça pela segunda vez pedindo para que pague a pençao de apenas R$ 250, para dividir para os dois filhos pequenos.
    sofro muito com a injustiça de suas acusações.

  100. everton disse:
    09.06.2013

    Infelizmente o genitor em questão o pai tem direito na guarda da criança pelo motivo do desvio do recurso para um item importatissimo na formação da vida da criança a educação. Se a genitora a mãe realizou essa atitude para obter lucros ao seu favol … Realmente ela esta ferindo os direitos constitucionais da criança envolvida na relação do ex-casal. Existe muitos casos de mulheres que pagam o salão de beleza… A maquiagem ate mesmo fazem compras de baixa qualidade nutriiva na refeição das crianças para tirar dinheiro da pensão alimenticia da criança em uso proprio.

  101. sonia regina batista da cunha disse:
    10.06.2013

    não eu acho que a guarda tem que ser da mãe porque é ela que carrega a barriga os nove meses, é ela que carrega no colo dois ou tres anos, é ela também que passa noites acordada com doente, enquanto o pai simplesmente faz o filho e o sustenta depois que ele nasce o pai não sofre nem a metade do que uma mãe sofre para por um filho no mundo então porque o direito dele tem que ser o mesmo da mãe. eu tenho um netinho de 2 anos o pai paga a pensão mas não dá a minima pra criança nem se quer vem visitá-lo e agora vive ameaçando a tirar quarda da mãe gostaria de saber se ele tem esse direito.obrigada.

    • Fernanda disse:
      10.06.2013

      Olá Sonia,
      Todo pai e toda mãe tem direito a pedir a guarda do seu filho a qualquer momento antes da maioridade.
      Agora a guarda não é algo dado facilmente o juiz analisa com cuidado cada caso.
      Alguns dos critérios estão nos textos postado na parte do Blog chamada Guarda e Visitas.
      Caso precise de nossos serviços entre em contato (11)3578-6698

  102. Nelci disse:
    29.06.2013

    As mães aproveitam de todas as oportunidades, usam os filhos para disfarçar seus casos maquiavélicos: dinheiro, prostituição, usam esses argumentos culpando os pais.
    Infelizmente pais são só para pagar pensão, e sofrer de grandes humilhações de ex esposa. . . Os Juízes dificultam tudo para depois ter mais emprego no centro de ressocialização. Só pode ser isto na escola tem casos vergonhosos e a justiça acha que as mães tem que cuidar, pois os filhos não são deles.
    Infelizmente faço parte deste mundo e não posso mudar nada! Acorde autoridades tem muitas famílias desgraçadas por suas atitudes. . . .

  103. ana maria disse:
    24.04.2014

    Não concordo de forma alguma, pois o fato da criança ter mudado para uma escola pública não demonstra que a mãe subrepôs seu interesse….existe muitas escolas públicas tão boas quanto às particulares.

  104. IRANEIDE disse:
    24.04.2014

    EU CONCORDO POIS TEM MULHER QUE NÃO PRESTA PRA SER MÃE
    EU SOU MÃE E AVÔ E ESTOU ENTRANDO COM OP PEDIDO DE GURDA DA MINHA NETA DE 1 ANO E 4 MESES POID DER DE QUABDO NARCEU E EU QUE CUIDO .
    NEM MAMENTAR ELA MANMENTOU DIREITO A CRIANÇA SO MAMOU 2 MESES .
    TROSE UM FILHO DELA COM OUTRO HOMEM COM 7 ANOS PRA MORAR COM ELES E ESTW MESMO FOI PEGUE 3 VESES QUERENDO ABUSAR SECSUALMENTE DE MINHA NETA E POR ESTE MOTIVO EU TIREI ALA DE VES DAS MÃO DELEA E A NENEM ESTA COM MIGO E O PAI POIS O PAi largou dela e ela foi embora pra bahia e eu estou cuidando dela e ja entrei com o pedido de gurda sera que eu ganho?

  105. jonas disse:
    03.05.2014

    Neste caso eu concordo com a perda da guarda, pois o interesse da criança se sobrepõem ao da mãe. Por motivo injustificável ela desconstituiu o direito que a criança tinha, sem se preocupar com o futuro promissor do aguardado.

  106. antonieta disse:
    07.05.2014

    naom concordo pois e nam tudona vida na dor em todos os momentos ogrito e maemais por pirraça de muitos pais faz do filho um objeto; deparei agora 30/04/2014 na cidade de cachoeira ba. umjuiz com 3 advogados eopai por ter separado da mae que ele batia queimou as roupas e muito mais abandonou a filha de 14 anos eusou ofilho de 10 anos por amizade co besta do pai isso no publico e aca beça desta criança como fiamadvogados como a arma deatingir amae tirou da escola santo amaro acriança gritava de fazer pena que nao queria morar cgm gpai e saiu correndo no forum de cachoeira ofilh do advogado correuatraz pegou como se fosse um animal e jogou na

  107. MARCELO disse:
    07.05.2014

    SIM ACHO CERTO SIM SE O VALOR ERA PARA O BEM ESTAR E MELHOR EDUCACAO PARA SEU FILHO ELA NAO TINHA Q TER FEITO ISSO ISSO MOSTRO Q AS INTENCOENS DELA NAO ERA CEM PORCENTO O BEM DO FILHO MAS SE APROVEITA DA CITUACAO PARA SEU PROPRIO INTERESSE.

  108. Rafaela disse:
    22.05.2014

    Corcordo plenamente. Tem mães que pedem pensões altíssimas, mas não estão olhando para as necessidades dos filhos, só pensam em “ferrar” o ex cônjuge.
    Sou casada há 2 anos e meu esposo tem 2 filhas do primeiro casamento, a mais nova com 6 anos e mais velha com 16. Acontece que a mãe das meninas estava casada, mas depois que se separou vive nas baladas, mas esse não é o problema, o problema é que ela está levando a filha de 16 junto e por causa disso a menina, que estuda de manhã, não consegue acordar para ir a escola, já tem muitas faltas, provavelmente vai repetir de ano novamente. Enquanto isso, a filha de 6 fica nas casas de vizinhas. Esse seria um caso de pedir a exoneração de parte da pensão, no caso da filha maior? Pode ser denunciado ao conselho tutelar essa prática já que a mãe não está cumprindo com o dever de zelar pela filha mais nova e está insentivando a filha mais velha a condutas imorais? Agraço o retorno.